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Oyarzabal anota duas vezes, Espanha brilha diante da Sérvia e chega a 27 jogos de invencibilidade

Seleção espanhola faz belo primeiro tempo e ainda conta com gol de jovem Víctor Muñoz para conquistar o triunfo em Villarreal; sem VAR, sérvios reclamam de gol mal anulado

27 mar 2026 - 19h03
(atualizado às 19h31)
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Líder do ranking da Fifa e apontada entre as seleções a serem batidas no momento, a Espanha deu mais uma demonstração que chegará à Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México, no meio do ano, como forte candidata ao título - seria seu segundo. Jogando no Estádio de la Cerámica, em Villarreal, a Fúria superou a Sérvia por 3 a 0 com show do futebol coletivo, subindo para 27 partidas de invencibilidade (contando amistosos), sendo 21 triunfos. Em jogos oficiais a marca espanhola é ainda maior, com 33 partidas sem derrotas.

Atacante da Real Sociedad, Oyarzabal anotou duas vezes, mostrando faro artilheiro apurado. Estreante, Victor Muñoz completou o placar ao substituir Lamine Yamal, que deu enorme trabalho com seu talento acima do normal enquanto esteve em campo. Já o goleiro Unaí Simón quase não trabalhou - até levou um gol na etapa final, de Birmanceviv, mas o atacante fez falta em Cucurella.

O técnico Luis de la Fuente utiliza a Data Fifa - ainda encara o Egito, na terça-feira - para realizar os últimos ajustes na equipe, comandada pelo jovem Lamine Yamal, do Barcelona, e os experientes Llorente e Rodri, e que entrou em campo sem saber o que era perder havia 26 jogos. Desde o 1 a 0 para a Colômbia em amistoso disputado em março de 2024, os espanhóis vêm de resultados positivos.

E nada de desmerecer a campanha espanhola. Na série invicta, somou resultados importantes, sobretudo na conquista da Eurocopa de 2024, com triunfos diante de Itália (1 a 0), Croácia (3 a 0), Alemanha, França e Inglaterra (ambos por 2 a 1). Também havia encarado a Sérvia, na Liga das Nações, com fáceis 3 a 0. Ainda empatou por 3 a 3 com o Brasil. A Argentina seria rival na Finalíssima, mas o jogo acabou cancelado.

Diante de uma oponente fora da Copa do Mundo, mas com elenco a ser respeitado, a Espanha iniciou o amistoso no campo ofensivo, tentando abrir o marcador rápido. A novidade na rival era a ausência da defesa com três zagueiros que a caracterizou por anos. Após três tentativas equivocadas de Baena, a troca de passes e o lindo cortaluz do próprio Baena terminou com gol de Oyarzabal aos 16 minutos.

A Espanha imprimia um ritmo ofensivo alucinante e Yamal carimbou a trave pouco depois do gol, para lamento de La Fuente, com as mãos à cabeça incrédulo com o lance que não terminou com bola na rede sérvia.

Apenas uma seleção jogava e era questão de tempo novos gols. Mesmo com marcação dupla, Yamal aprontava para cima dos defensores. A torcida delirava com os dribles do abusado atacante. Em cruzamento, a Sérvia reclamou de pênalti após trombada de Baena com Pavlovic. O espanhol desistiu do lance para impedir o zagueiro de chegar na bola, mas o árbitro ignorou.

Autor da assistência no primeiro gol, Fermín López deixou sua marca aos 35. Como a bola bateu acidentalmente em seu braço antes da finalização, o lance acabou impugnado. Nada de desespero. O inspirado Oyarzabal acertou uma bomba e ampliou aos 43. Mandou beijinhos para comemorar.

A segunda etapa serviu para La Fuente observar seus suplentes. Ele mexeu do meio para a frente, colocando Dani Olmo, Fornals, o estreante Victor Muñoz e Ferran Torres. A apresentação era mais modesta, mesmo assim com lindas trocas de passes.

Birmanceviv até descontou, mas o árbitro acusou empurrão pelas costas em Cucurella. O atacante pediu avaliação do VAR, mas não havia árbitro de vídeo no amistoso. A primeira finalização espanhola na etapa foi do substituto de Yamal. E com bola na rede após assistência de Ferran Torres. O jogador do Barcelona teve duas oportunidades em mesmo lance para a Espanha alcançar a goleada, porém parou em defesas de Vanja Milinkovic-Savic. O goleiro ainda brilhou com Dani Olmo cara a cara.

Rival do Brasil na Copa, Marrocos estreia técnico em empate com o Equador

Lutando na justiça pelo título da Copa Africana das Nações com Senegal e estreando o técnico Mohamed Quahbi, substituto de Walid Regragui, que se demitiu, o Marrocos encarou o Equador, no Wanda Metropolitano, em Madri, e buscou a igualdade por 1 a 1 nos minutos finais após ter um gol polêmico anulado.

Adversário do Brasil na estreia da Copa do Mundo, Marrocos ficou em desvantagem com gol de Yeboah já na segunda etapa. O jogador mandou para a área, aproveitou a escorada de Gonzalo Plata e bateu forte, colocado, para festa dos equatorianos.

El Aynaoui teve a oportunidade da igualdade logo depois, aos 15 minutos, mas desperdiçou a cobrança da penalidade, parando em defesa do goleiro Galíndez. No rebote, até veio o 1 a 1 com Hrimat, mas o lance acabou anulado pelo VAR por invasão à área do autor do gol.

O Marrocos, mesmo bastante modificado, quase empatou em cruzamento para Rahimi. O atacante não alcançou a bola e ela passou raspando. A pressão nos minutos finais foi grande e deu resultado aos 43 minutos, com redenção de El Aynaoui, aparecendo livre na área para cabecear às redes após escanteio de Hakimi.

Os cinco minutos de acréscimos foram elétricos, com Marrocos - não perde desde janeiro de 2024 sem levar em consideração o jogo com Senegal, ainda sob judice -, buscando a virada. O time africano pediu uma penalidade, em lance cavado na área. O Equador, satisfeito com a igualdade, tocou a bola e se mostrou felix com o resultado.

Estadão
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