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Futebol

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No meio do caminho do Brasil: Holanda, Japão e Suécia definem rumo na Copa do Mundo

Segundo colocado do Grupo F encara o Brasil na segunda fase do Mundial

25 jun 2026 - 05h43
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ARLINGTON - Uma pedra no sapato, uma pedreira dos últimos tempos ou o adversário mais conhecido. Um dos três será o rival do Brasil na segunda fase da Copa do Mundo de 2026. Tratam-se, respectivamente, de Holanda, Japão e Suécia.

As seleções fecham o Grupo F junto da já eliminada Tunísia. Os adversários dos dois primeiros colocados vêm do Grupo C. Quem ficar em primeiro pega Marrocos. O segundo, o Brasil.

O terceiro, que, antes de a rodada iniciar, é a Suécia, tende a conseguir a classificação entre os oito melhores nessa posição. Este terá pela frente França ou Noruega, que brigam pela liderança do Grupo I.

Cada um, uma pedra

Os holandeses têm cinco confrontos com o Brasil em Mundiais e três vitórias (1974, 2010 e 2014). Em 1994, nos Estados Unidos, foi 3 a 2 para os brasileiros. Em 1998, triunfo da seleção brasileira nos pênaltis após empate por 1 a 1.

O Japão tem apenas um jogo contra o Brasil em Mundiais. A derrota por 4 a 1 em 2006. Os japoneses, contudo, não são mais os mesmos. Desde a Copa de 2022, eles bateram Alemanha (duas vezes), Espanha, Inglaterra e os próprios brasileiros. A vitória sobre o Brasil foi em outubro, com uma virada de 3 a 2, já em cima de Carlo Ancelotti.

Já a Suécia, derrotada na final de 1958, é a seleção que o Brasil mais enfrentou em Copas. São sete encontros, com cinco vitórias brasileiras e dois empates. O duelo mais recente foi na semifinal de 1994, vencida por 1 a 0 com gol de Romário.

A hora da estrela: Memphis Depay tenta ajudar Holanda a fazer saldo

Na Copa do Mundo em que Messi, Haaland, Mbappé e, com atraso, Cristiano Ronaldo se destacam, o maior artilheiro da Holanda ainda não mostrou seu brilho. A chance será contra a frágil Tunísia, às 20h (de Brasília), em Kansas City.

Memphis Depay saiu do banco no empate com o Japão e na goleada sobre a Suécia. O máximo que o corintiano fez, por enquanto, foi a assistência para o quinto e último gol holandês no último jogo.

Para confirmar a liderança da chave, a Holanda apenas precisa vencer ou torcer para que o Japão não vença ou não a supere no saldo de gols. A melhor forma de garantir isso é marcar contra a Tunísia.

O técnico Ronald Koeman já indicou que a goleada sobre a Suécia não diminui a sede do time. "Houve momentos suficientes em que pensamos: poderia ter sido melhor", falou Koeman após a partida. "Sabemos que as coisas podem melhorar, mas também é possível ver a alta qualidade desta equipe. Um prazer de assistir."

À Tunísia, cabe apenas buscar uma despedida digna, após duas goleadas e mudança de técnico. A inspiração para isso vem de 2022, quando, já eliminada, bateu a França no último jogo da fase de grupos

TUNÍSIA X HOLANDA

  • TUNÍSIA - Mouhib Chamakh; Dylan Bronn, Montassar Talbi e Omar Rekik; Yan Valery, Ellyes Skhiri, Rani Khedira, Hannibal Mejbri, Elias Saad e Ali Abdi; Firas Chaouat. Técnico: Hervé Renard.
  • HOLANDA - Bart Verbruggen; Denzel Dumfries, Jan Paul van Hecke, Virgil van Dijk e Jorrel Hato; Ryan Gravenberch, Frenkie De Jong e Tijjani Reijnders; Donyell Malen, Memphis Depay (Crysencio Summerville) e Cody Gakpo. Técnico: Ronald Koeman.
  • ÁRBITRA - Katia Itzel García (MEX).
  • HORÁRIO - 20h (de Brasília).
  • LOCAL - Arrowhead Stadium, em Kansas City (Estados Unidos).
  • ONDE ASSISTIR - CazéTV.

Em busca da melhor posição

O Japão mostrou até aqui que superou os desfalques de astros do time. Com a tendência de vitória da Holanda no outro jogo, as seleções japonesa e sueca fazem uma espécie de confronto direto para, no mínimo, a segunda posição. O caminho para que os japoneses liderem é vencer e superar os holandeses em saldo.

O técnico Hajime Moriyasu, no comando do Japão há oito anos, instalou uma mentalidade vencedora no time, que tem ajudado a equipe nas vitórias sobre gigantes. "Nossa abordagem sempre se baseou em dois pilares: dar tudo de si para vencer a partida que temos pela frente e ter a coragem de continuar nos desafiando a evoluir", falou após golear a Tunísia.

A Suécia precisa se recuperar da goleada sofrida para a Holanda. Para ser líder, precisa vencer e torcer para que os holandeses não ganhem da Tunísia.

O técnico Graham Potter é o comandante perfeito para as "causas impossíveis". O inglês se popularizou na Suécia ao conduzir o Ostersunds da quarta divisão do país até a elite.

A seleção sueca tem um ataque potencializado por Viktor Gyokeres, Anthony Elanga e Alexander Isak. Desde outubro, quando Potter assumiu, foram 17 gols marcados em oito jogos, mas 19 sofridos. Será a prova mais importante para a defesa sueca até aqui.

JAPÃO X SUÉCIA

  • JAPÃO - Zion Suzuki; Shogo Taniguchi, Tsuyoshi Watanabe e Junnosuke Suzuki; Yukinari Sugawara, Kaishu Sano, Ao Tanaka, Ritsu Doan, Yuito Suzuki e Daizen Maeda. Koki Ogawa. Técnico: Hajime Motiyasu.
  • SUÉCIA - Kristoffer Nordfeldt; Gustaf Lagerbielke, Isak Hien e Victor Lindelof; Alexander Bernhardsson, Kim Kallstrom, Yasin Ayari, Benjamin Nygren e Gabriel Gudmundsson; Alexander Isak e Viktor Gyokeres. Técnico: Graham Potter.
  • ÁRBITRO - Iván Barton (El Salvador).
  • HORÁRIO - 20h (de Brasília).
  • LOCAL - AT&T Stadium, em Arlington (Estados Unidos).
  • ONDE ASSISTIR - TV Globo, SporTV, SBT, N Sports, CazéTV.
Estadão
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