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Pavard deixa o anonimato para se tornar peça importante da França

14 jul 2018
08h40
atualizado às 08h40
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Finalista da Copa do Mundo da Rússia, a França não é feita só de Mbappé, Griezmann, Pogba, Kanté e outras estrelas. No bem-sucedido time de Didier Deschamps, há também aqueles que flertavam com o anonimato até então, como o defensor Benjamin Pavard.

"Eu acredito que você não o conheça! Ele vem do nada!", exalta o trecho de uma música de torcedores franceses dedicada a Pavard.

O jogador de 22 anos, na verdade, vem Maubeuge, um pequeno município ao norte do país. Iniciou a carreira no US Jeumont, time do seu pai, e passou pelo Lille antes de tentar a sorte na Alemanha, a serviço do Stuttgart.

Foi na Copa do Mundo, porém, que Pavard realmente ganhou notoriedade. Ele se tornou um lateral direito improvisado a partir da contusão de Djibril Sidibé, do Monaco, e teve o ponto alto da sua carreira no confronto de oitavas de final com a Argentina. Na Arena Kazan, onde o Brasil também acabaria eliminado, acertou um forte e belo chute no princípio do segundo tempo para colaborar com a vitória por 4 a 3 da sua equipe.

"Vi a bola chegar e decidi arrematar. É claro que foi o meu gol mais bonito, até porque só marquei outros dois gols em toda a minha carreira", divertiu-se Pavard, que havia anotado a serviço do Stuttgart anteriormente.

Agora, Pavard quer ir além. Ainda que não volte a balançar as redes, a revelação da defesa francesa espera deixar Moscou como campeão do mundo diante da Croácia.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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