Antes de estreia no PSG, Lucas reclama de frio e saudades do Brasil
9 jan2013 - 19h11
(atualizado às 19h52)
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A torcida francesa não esconde a ansiedade pela estreia oficial de Lucas no Paris Saint-Germain, nesta sexta-feira contra o Ajaccio, no Parque dos Príncipes, pelo Campeonato Francês. Animado antes de entrar em campo, o meia-atacante ex-São Paulo só tem dois motivos para lamentar até agora: o rigoroso inverno europeu e a saudade de amigos e parentes que ficaram no Brasil.
Lucas estreará nesta sexta pelo PSG
Foto: Twitter / Reprodução
"A cidade é maravilhosa, tem muitos lugares para visitar. Estou sofrendo um pouco com o frio, não estava acostumado com isso no Brasil, mas vou me adaptando aos poucos. A comida também é um pouco diferente. Mas estou me adaptando legal e isso é o mais importante", declarou Lucas em seu site oficial.
O brasileiro também comentou sobre a rotina e os programas feitos para não sentir tanta falta de casa "Bate uma saudade dos parentes, dos amigos, do pessoal do São Paulo. Aqui é um pouco diferente, mas estou gostando muito e me adaptando. Quero chegar para ajudar o grupo e ser campeão. Já conheci bem a cidade, tirei fotos, conheci restaurantes... Agora vou procurar uma casa para morar", destacou.
Lucas já esteve em campo pelo PSG durante a pré-temporada realizada em Doha, no Catar. O brasileiro atuou durante 45 minutos em um amistoso contra Lekhiwya e não balançou as redes na goleada por 5 a 1. Mesmo com a atuação discreta, o atleta ganhou elogios de Ibrahimovic e Carlo Ancelotti e agora aguarda pela calorosa recepção preparada pela torcida parisiense.
"Estou me sentindo muito bem física e tecnicamente. Estou na expectativa dessa estreia oficial. O entrosamento com o time vai acontecer aos poucos. Eles vão conhecer o meu jogo com o tempo e, com isso, a minha responsabilidade vai aumentar. Estou ansioso. Já fui ao estádio, conheci e é muito lindo. Quero sentir o calor da torcida, ver como é disputar uma competição europeia. Espero que dê tudo certo", concluiu.
Grandes astros do futebol já foram prestigiados com a Bola de Ouro com o prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa. Entretanto, nomes como Pelé, Maradona e Maldini jamais receberam a láurea. Seja por alta concorrência ou por questões geográficas, o jornal inglês The Independent selecionou 13 jogadores que jamais receberam esta homenagem. Confira a seguir
Foto: Getty Images
Maior jogador da história, Pelé jamais ganhou uma Bola de Ouro, mas por ter sido vítima do tempo. A premiação da France Football só elegia atletas europeus, desde sua criação, em 1956, até 1995. Já o prêmio da Fifa só foi criado em 1991, quando o eterno camisa 10 do Santos já gozava de sua merecida aposentadoria
Foto: Getty Images
Diego Maradona passou por processo parecido com o de Pelé. O argentino teve seu auge antes que a Fifa criasse sua premiação, e, como não era europeu, não pôde participar da Bola de Ouro da France Football
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O The Independent lembra como Andrés Iniesta poderia ter vencido a Bola de Ouro em 2008 e 2010, quando foi destaque da Espanha nas conquistas da Eurocopa e da Copa do Mundo, mas perdeu naquelas ocasiões para Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, respectivamente
Foto: Getty Images
Um dos principais jogadores da década de 1990, Dennis Bergkamp ficou perto de ser melhor do mundo, mas perdeu para nomes como Roberto Baggio e Marco Van Basten. Em 1993, ficou em segundo a premiação da Fifa, perdendo para o atacante italiano
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O francês Eric Cantona fez história na Inglaterra, tendo conquistado cinco Campeonatos Ingleses (entre Leeds e Manchester United). Não foi o suficiente, entretanto, para ser o melhor do mundo. Em 1993, a Bola de Ouro ficou com Roberto Baggio, enquanto Cantona foi o terceiro
Foto: Getty Images
O The Independent cita dois jogadores britânicos que não foram lembrados pela Bola de Ouro. O primeiro é Alan Shearer, ícone do Newcastle e de sua seleção, que em 1996 ficou atrás de Matthias Sammer e Ronaldo
Foto: Getty Images
O outro britânico é Kenny Dalglish, atacante que fez história com o Liverpool na década de 1980. O escocês ficou perto de vencer a Bola de Ouro em 1983, mas ficou atrás de Michel Platini
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Um dos maiores ídolos da história do Arsenal, Thierry Henry ficou perto de vencer a Bola de Ouro duas vezes - em 2003 perdeu para Pavel Nedved, e em 2006 o troféu ficou com Fabio Cannavaro. Para o jornal inglês, a melhor chance do francês foi mesmo em 2006, mas o fato de sua seleção ter sido derrotada pela Itália de Cannavaro na final acabou com qualquer oportunidade
Foto: Getty Images
Paolo Maldini tem um currículo invejável. Pentacampeão europeu, tricampeão mundial e heptacampeão italiano, o ícone do Milan chegou a figurar entre finalistas das premiações para melhor do mundo, mas nunca levantou o troféu principal
Foto: Getty Images
Ferenc Puskás é citado frequentemente como um dos maiores jogadores da história, mas jamais venceu uma Bola de Ouro. O húngaro teve chance de vencê-la em 1960, mas ficou atrás do espanhol Luis Suárez, ícone de Barcelona e Inter de Milão
Foto: Getty Images
Raul é um dos maiores jogadores do Real Madrid, tendo vencido três Liga dos Campeões e seis Campeonatos Espanhóis. Entretanto, o mais próximo que já ficou de vencer a Bola de Ouro foi em 2001, quando perdeu o prêmio para Michael Owen
Foto: Getty Images
Frank Rijkaard fez história com as camisas de Ajax e Milan, mas ficou à sombra de seu compatriota Marco Van Basten. Em 1988 e 1989, o meio-campista ficou em terceiro na Bola de Ouro, enquanto o centroavante foi o vencedor
Foto: Getty Images
É raro que um goleiro seja reconhecido por premiações do tipo - Lev Yashin, vencedor da Bola de Ouro em 1963, é a exceção. Peter Schmeichel não quebrou este padrão. Um dos pilares do Manchester United nos anos 1990, acabou esquecido na década que contou com nomes como Ronaldo e Zinedine Zidane