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Arsène Wenger se arrepende por não ter deixado Arsenal mais cedo

Comandante trabalhou nos Gunners por 22 anos, mas relação nas últimas temporadas era conturbada e com muitos torcedores contestando o trabalho do francês

8 nov 2021 09h24
| atualizado às 09h24
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Arsène Wenger, ex-técnico histórico do Arsenal e que trabalhou no clube inglês por 22 anos, se mostrou arrependido por não ter deixado os Gunners mais cedo. Em entrevista ao "Telegraph", o francês afirmou que poderia ter evitado o desgaste com a torcida nas últimas temporadas.

Wenger teve a chance de deixar o Arsenal em diversas ocasiões (Foto: Ben Stansall / AFP)
Wenger teve a chance de deixar o Arsenal em diversas ocasiões (Foto: Ben Stansall / AFP)
Foto: Lance!

- Eu me identifiquei completamente com o clube. Esse foi o erro que cometi. Eu me arrependo, pois deveria ir para outro lugar. 2007 foi decisivo. Foi a primeira vez que senti que havia tensão no quadro do clube, mas eu me mantive leal. Até hoje me pergunto se fiz a coisa certa.

O veterano revelou diversas propostas que recebeu ao longo de sua trajetória nos Gunners e afirmou que nunca mais retornou ao Emirates Stadium desde que deixou o Arsenal.

- Eu poderia ter assumido a França. A Inglaterra me chamou duas ou três vezes. O Real Madrid me chamou duas vezes. Eu poderia ter ido para a Juventus, PSG e até o Manchester United.

Atualmente, Wenger trabalha para a Fifa e é um dos idealizadores do projeto da Copa do Mundo bienal. Apesar do apoio interno, o trabalho do francês enfrenta alguma resistência do lado de fora da entidade máxima do futebol apesar de ter sido um revolucionário enquanto treinador.

Lance!
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