'Há coisas na vida em que erramos', diz Jorge Jesus sobre não aceitar convite para ser técnico da Seleção
No fim de março, com a demissão de Dorival Jr., Jesus era um dos cotados para ocupar o posto de treinador do Brasil
Jorge Jesus admitiu arrependimento por não ter aceitado o convite para treinar a Seleção Brasileira e agora foca no novo desafio de comandar o Al-Nassr, liderado por Cristiano Ronaldo, até 2026.
Mesmo com um novo emprego garantido, Jorge Jesus fez questão de olhar para o passado e demonstrar tristeza por ter recusado o convite para ser treinador da seleção brasileira. Apresentado como comandante do Al-Nassr, da Arábia Saudita, na segunda-feira, 14, o português declarou que, à época, estava focado no Al-Hilal e por isso rechaçou a ideia de estar à frente da seleção pentacampeã do mundo.
"Há coisas na vida em que erramos. Errei por não ter aceitado o projeto da seleção do Brasil. Não quis ir para a seleção do Brasil porque estava de corpo e alma no Al-Hilal", disse ele ao jornal Record, de Portugal.
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No fim de março, com a demissão de Dorival Jr., Jesus era um dos cotados para ocupar o posto de treinador da Seleção. Entretanto, a predileção da CBF por Carlo Ancelotti pesou e o ex-técnico do Flamengo foi descartado. Agora, o treinador mira no novo desafio: treinar, pela primeira vez, Cristiano Ronaldo.
"Sem o convite dele, talvez, não estaria lá. A motivação vai ser grande, vou tentar que o Al-Nassr, um dos grandes clubes da Arábia Saudita, possa ganhar títulos. Principalmente o Ronaldo. É um jogador que ganhou sempre tudo onde jogou, ainda não ganhou na Arábia Saudita, vou ver se o ajudo".
O contrato de Jesus com o Al-Nassr vai até o fim do primeiro semestre de 2026. A motivação, segundo ele, é seguir em busca de títulos. "Sempre feliz na Arábia Saudita. Tive o primeiro ano, o segundo ano, ganhei sempre. E agora no terceiro ano vou tentar ganhar para o rival. Foi a mesma coisa de ter ido do Benfica para o Sporting, agora vou ser o Al-Nassr", comentou.