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Felipão e Luxemburgo não dão jeito em Grêmio e Cruzeiro

Os dois times continuam muito mal nas Séries A e B, respectivamente

30 ago 2021 11h23
| atualizado às 11h30
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Os únicos técnicos com passagem pela Seleção brasileira que estão trabalhando em clubes do País são Luiz Felipe Scolari, o Felipão, e Vanderlei Luxemburgo. O primeiro dirige o Grêmio. O outro, o Cruzeiro, que amarga o segundo ano consecutivo na Série B. Além de um currículo vencedor, com projeção internacional, os dois têm algo a mais em comum. Não conseguem de jeito nenhum levar suas equipes a reagir no Brasileiro.

Felipão passa por momento delicado no Grêmio
Felipão passa por momento delicado no Grêmio
Foto: Rahel Patrasso / Reuters

Grêmio e Cruzeiro fazem campanhas muito ruins e foi por causa disso que os treinadores foram contratados. Para que buscassem uma reviravolta. No time gaúcho, que ocupa a zona de rebaixamento da Série A, Felipão chegou para arrumar a casa no início de julho.

Desde então, o Grêmio jogou oito vezes pelo Brasileiro. Ou seja, disputou 24 pontos, ganhando 11 e deixando escapar 13, com três vitórias, três derrotas e dois empates. Por isso, não sai da zona de rebaixamento – está em 18º.

Para piorar, já com Felipão, foi eliminado da Copa Sul-Americana nas oitavas de final pela LDU e muito provavelmente vai ter o mesmo destino na Copa do Brasil: em 15 de setembro enfrentará o Flamengo no Rio precisando vencer por quatro ou mais gols de diferença para avançar à semifinal – perdeu em Porto Alegre por 4 a 0 na semana passada.

Com Luxemburgo o cenário não é muito diferente e ainda há um agravante. O Cruzeiro tem como rivais times do segundo escalão e nem assim consegue se distanciar dos últimos colocados. Está apenas em 14º lugar e vê cada vez mais distante a chance de voltar à elite.

Luxemburgo “aportou” em Minas no início de agosto para evitar um novo descarrilamento do trem cruzeirense. Já comandou a equipe em seis partidas, está invicto, com três vitórias e três empates. Diante da situação do Cruzeiro na tabela, com uma série de tropeços, perder pontos para Vitória (2 a 2), Sampaio Corrêa (1 a 1) e CRB (0 a 0) significa dizer que o time chegou ao limite.

Se quiser buscar uma vaga entre os quatro mais bem pontuados, o Cruzeiro vai ter que imprimir um rolo compressor. Caso contrário, de nada terá adiantado a vinda do veterano treinador.

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