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Campeonato Carioca

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Boavista tenta liderar segundo escalão do futebol do Rio

17 fev 2020 - 12h51
(atualizado às 12h51)
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Pela terceira vez em dez anos, um clube pequeno chega à final da tradicional Taça Guanabara, o primeiro turno do Carioca. Em todas essas oportunidades, o contemplado foi o Boavista, time de Saquarema, do litoral norte do Estado. Vai enfrentar o Flamengo, sábado (22), no Maracanã, em busca de um sonho muito distante. O cenário que se desenha para essa final é bem claro – o Flamengo é mais do que favorito.

Jogadores Boavista comemoram o classificação à final da Taça Guanabara após o empate por 1 a 1 com o Volta Redonda, no estádio Elcyr Resende de Mendonça, em Saquarema, no último domingo (16)
Jogadores Boavista comemoram o classificação à final da Taça Guanabara após o empate por 1 a 1 com o Volta Redonda, no estádio Elcyr Resende de Mendonça, em Saquarema, no último domingo (16)
Foto: ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS / Estadão

Ficar de novo com o vice não é demérito para o Boavista. Ao contrário. Fundado em 2004, passou a ser nos últimos anos uma referência quando se trata do segundo escalão do futebol do Estado – protagonismo que não pertence mais a Bangu nem ao America.

Com um orçamento enxuto, em torno de R$ 500 mil mensais, o Boavista desbancou o Volta Redonda na semifinal da Taça, deixando assim para trás seu principal rival nessa disputa paralela para se firmar como força intermediária do futebol do Rio. Cabe lembrar que o Volta Redonda é o único representante do Estado na Série C do Brasileiro.

Sem nenhum clube na Segunda Divisão nacional, o Rio se destaca pela presença dos quatro grandes (Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo) na Série A do Brasileiro. Para este ano, o Boavista também conseguiu vaga na Copa do Brasil e já nessa quarta (19) enfrentará a Chapecoense em Saquarema precisando da vitória. O jogo é eliminatório. Ou seja, o Boavista terá duas decisões em uma semana.

O técnico do time é o ex-meia que ganhou fama no Grêmio nos anos 80, Paulo Bonamigo. No elenco, há jogadores rodados, como o lateral direito Wellington Silva, com passagem vitoriosa pelo Fluminense, entre 2013 e 2017; o volante Fernando Bob, outro que se destacou no Fluminense e passou bom tempo também na Ponte Preta e no Internacional; e o meia Erick Flores, promessa da base do Flamengo, hoje com 30 anos, que rodou por vários clubes, como Náutico, Ceará e Fortaleza, entre outros.

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Fonte: Silvio Alves Barsetti
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