Top 5: eles brilharam na cobertura da Copa na TV
Quem foram os destaques da televisão neste Mundial vencido pela Espanha
A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim nas quatro linhas entregando a consagração tática da Espanha, a genialidade de Rodri como o melhor do torneio e os gols inevitáveis de Kylian Mbappé. Porém, fora dos gramados norte-americanos, a verdadeira batalha aconteceu nas telas de TV, monitores e celulares.
Quem soube ler o espectador e quem saiu gigante do maior evento do planeta? Abaixo, separamos o Top 5 de talentos que ditaram o ritmo, a emoção e a audiência ao longo deste Mundial:
Ana Thais Matos (Globo)
A Globo tem em mãos um ativo valioso e precisa aprender a lapidar o nome da comentarista com o peso que ela merece, não dá para ir para decisão da Copa com Caio e Júnior. Ana Thaís se consolidou como a figura que mais representa o torcedor brasileiro médio na televisão atual. Se o roteiro do jogo pede para torcer abertamente contra a Argentina, ela o faz sem amarras, se a Seleção fracassa e é preciso apontar o dedo para os queridinhos do futebol nacional, ela tem a coragem necessária para ligar o microfone e falar. Sai desta Copa muito maior do que entrou.
Amanda Viana (CazéTV)
Amanda foi, indiscutivelmente, a grande revelação e o principal nome técnico deste Mundial. Esbanjou repertório tático, leitura de jogo e carisma. O único porém de sua trajetória não foi na tela, mas na estratégia de bastidores: foi uma pena vê-la sumir na reta final do torneio pelo fato de a CazéTV ter priorizado a equipe do Copazona diretamente dos Estados Unidos. Ainda assim, seu recado foi dado.
Tiago Medeiros (Globo)
O carismático jornalista provou ser um baita golaço de consolidação nacional da Globo. Tiago conseguiu a proeza de entregar um entretenimento leve, popular e genuinamente divertido, sem precisar apelar para clichês forçados ou enganar o telespectador com falsas polêmicas. Operando em ritmo industrial, parecia trabalhar 24 horas por dia, brotando ao vivo em quase todas as atrações da emissora com o mesmo fôlego. É um talento raro que a Globo precisa cuidar com carinho para não saturar ou engessar no formato tradicional.
Raphael Rezende (SBT)
O nível de leitura e profundidade tática do comentarista do SBT continua em um patamar diferenciado. Rezende destilou na TV aberta exatamente o mesmo conhecimento analítico e a precisão técnica que o consagraram por anos nos tempos de SporTV. O único lamento para quem ama o debate sério sobre futebol é o fato de ele hoje ocupar o cargo de Head de mercado no Botafogo, o que nos priva de ter sua mente brilhante analisando o Brasileirão rodada após rodada na televisão.
Tiago Leifert (SBT)
Esta era uma Copa de posicionamento diferente para Leifert, longe do topo do protagonismo absoluto de outrora, mas ele relembrou ao mercado por que é um dos principais regentes da história recente da nossa TV. Quando o assunto é comandar um programa de variedades misturado com esporte, ele é craque. À frente do Torcida SBT, o apresentador entregou exatamente toda a dinâmica, o ritmo e o humor que faltaram ao burocrático Central da Copa da Globo, um formato que, ironicamente, o próprio Leifert ajudou a imortalizar no passado.
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