Pior posse de bola da história e menos passes trocados: como números explicam eliminação do Brasil
Time de Ancelotti teve mais finalizações do que a Noruega: 14 a 9; já os europeus acertaram mais o alvo: 5 a 4
A eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo 2026 após ser derrotada por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo, 5, no Metlife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pelas oitavas de final, tem uma grande explicação em números.
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O Brasil teve a pior posse de bola da história em um jogo de Copa do Mundo: 34% desde 1966, quando há registros, segundo o site de estatísticas Opta, contra 56% do adversário.
Desde então, a Seleção Canarinho nunca havia registrado menos de 40% de posse em uma partida de Copa. No primeiro tempo da derrota para Norugea, os comandados de Carlo Ancelotti tiveram 35%. O número total de passes neste jogo também foi discrepante: 680 contra 329.
No entanto, o Brasil teve mais finalizações do que o rival: 14 a 9. Por outro lado, a Noruega acertou mais o alvo: 5 a 4. O atacante Haaland, protagonista da noite ao marcar dois gols, precisou de apenas quatro tentativas para balançar as redes por duas vezes.
E a Seleção Brasileira teve ainda 291 passes completos, enquanto o rival 581. Nos dados de recuperação de bola, foram creditadas média de 21 segundos para o Brasil, enquanto o rival precisou de 17 segundos.


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