Losango de Ancelotti dá liberdade para Vini Jr. e guarda lugar de Neymar; entenda plano tático da Seleção
Técnico italiano parece ter encontrado equilíbrio com tripé no meio de campo
As lesões de Wesley e Raphinha obrigaram Carlo Ancelotti a ter que mudar o plano tático da Seleção Brasileira, e isso acabou ajudando a Seleção Brasileira a encontrar maior equilíbrio com três jogadores meio de campo.
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Agora, o time do Brasil funciona como um losango em campo. Danilo baixa para formar uma linha de três ao lado de Marquinhos e Gabriel Magalhães, enquanto Casemiro é uma das pontas para abrir para Bruno Guimarães de um lado Paquetá do outro, com Matheus Cunha na extremidade oposta.
Essa formação deixa o corredor da direita para Rayan dar profundidade e conta com Douglas Santos abrindo o campo para esquerda. Toda essa movimentação permite que Vini Jr. tenha a liberdade e o deixa mais dentro da área. O camisa 7 é o principal alvo dos companheiros para tabelas.
A consolidação deste esquema tático também favorece a Neymar. Como Matheus Cunha não é um camisa 9 clássico e tem papel flutuante, o craque do Santos se encaixaria nesta posição. O próprio Ancelotti já disse que o vê atuando por ali.
Nos 14 minutos em que esteve em campo contra a Escócia, Neymar entrou justamente no lugar de Matheus Cunha. Porém, uma eventual presença do camisa 10 em campo pediria alguns ajustes, já que ele tende a prender mais a bola do que Cunha. Por outro lado, ele pode atrair a marcação de mais de um adversário, o que vai gerar um espaço maior para o ataque de Vini e Rayan.
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