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'Brasil ainda é favorito, mas não como anos atrás', diz técnico da Noruega

Ståle Solbakken disse que o desequilíbrio entre as equipes diminuiu, mas ressaltou a necessidade de sua seleção jogar em capacidade máxima

4 jul 2026 - 16h09
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Treinador da Noruega, Stale Solbakken, deu uma declaração que soou como provocação a Carlo Ancelotti após vitória contra a Costa do Marfim
Treinador da Noruega, Stale Solbakken, deu uma declaração que soou como provocação a Carlo Ancelotti após vitória contra a Costa do Marfim
Foto: Reprodução/X/@nff_landslag

O técnico da Noruega, Ståle, afirmou neste sábado, 4, que seria uma surpresa o seu time bater o Brasil no jogo de amanhã válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Disse, no entanto, que a Seleção já não é mais tão favorita nos campeonatos como acontecia no passado.

Durante entrevista coletiva concedida hoje no Metlife Stadium, palco do jogo deste domingo, o treinador foi convidado a responder qual seria a possibilidade de a Noruega vencer amanhã, em porcentagem. Solbakken disse ver uma chance maior de vitória brasileira, mas afirmou que o desequilíbrio não é mais tão grande.

“O Brasil ainda é favorito, mas não são os grandes favoritos que foram anos atrás. Temos uma situação em que os dois times têm bons resultados em geral, temos confiança com a nossa Seleção”, declarou, dizendo que para vencer o Brasil, a Noruega terá que jogar no máximo de sua capacidade.

“Fica difícil atribuir uma porcentagem, 60% a 40%, 70 a 30, mas a gente pode bater o Brasil sim. Mas a gente tem que jogar 100%, senão a gente não tem chance. Se jogarmos nosso melhor, temos chance de ganhar.”

Após a classificação contra a Costa do Marfim, o técnico soltou uma frase ainda no vestiário que soou como provocação: “Espere, Carlo Ancelotti, estamos indo atrás de você”.

Hoje, Solbakken minimizou a fala e disse que na verdade se trata de uma reverência ao treinador italiano.

“Eu só queria elogiar o trabalho do Ancelotti, um dos maiores técnicos do futebol, se não o maior. Venceu várias Champions Leagues, muitos títulos nacionais em vários países. A forma como ele trata os adversários e se comporta no futebol é um exemplo para todos nós. Ele de fato é uma referência, e eu acho que é excelente para o futebol que ele tenha assumido uma seleção nacional, uma das maiores. É uma honra enfrentar o Brasil, mas é isso que temos que fazer amanhã, temos que vencê-los”, explicou.

Ontem, em entrevista coletiva no hotel da Seleção, o lateral-esquerdo Douglas Santos afirmou que as provocações dos adversários servem como motivação para o time.

“Essas declarações servem de motivação para todas as seleções”, disse, lembrando ainda da provocação dos jogadores do Japão antes da partida da segunda fase, vencida pelo Brasil. “Vocês puderam ver no jogo a garra que a gente estava, mesmo depois de tomar o gol, a gente continuou firme, focado.”

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Fonte: Portal Terra
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