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Organização admite problemas em abertura da Arena Amazônia

9 mar 2014
22h11
atualizado em 10/3/2014 às 00h15
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Após 44 meses de obra e R$ 669,5 milhões gastos, a Arena Amazônia foi inaugurada com problemas que incomodaram o coordenador da Unidade Gestora da Copa (UGP-Copa) em Manaus, Miguel Capobiango. O jogo que marcou a abertura do estádio foi um empate por 2 a 2 entre Nacional-AM e Remo, que levou o time paraense à semifinal da Copa Verde.

<p>Obras de acabamento ainda precisam ser feitas na Arena Amazônia</p>
Obras de acabamento ainda precisam ser feitas na Arena Amazônia
Foto: Márcio Azevedo / Especial para Terra

"Tivemos vários problemas que precisamos corrigir. Tivemos vazamentos em camarotes, ar condicionados que não funcionaram. São detalhes que incomodam a gente, mas, principalmente, os torcedores", admitiu Capobiango.

A cerimônia de inauguração da Arena foi comandada pelo governador do Amazonas, Omar Aziz, que recepcionou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Também foi lançado o selo comemorativo à inauguração do estádio.

"Saímos das obras atrasadas. Nós cumprimos o acordo com a Fifa e agora são detalhes que precisam ser ajustados. A obra não terá mais aditivos", disse o governador do Amazonas.

A primeira partida da Arena teve um público de 23.034 pessoas. Segundo a administração do estádio, 10 mil ingressos foram vendidos, 10 mil foram doados aos operários e 3.034 pessoas entraram a serviço para a partida entre Nacional e Remo. A renda bruta foi de R$ 443.750.

Fonte: Especial para Terra
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