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Ataque de Honduras pode superar recorde negativo na Copa

19 jun 2014
18h51
atualizado em 20/6/2014 às 00h12
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Na noite desta sexta-feira, a seleção de Honduras poderá gravar seu nome na história das Copas. Porém, em um aspecto embaraçoso para o seu setor ofensivo. Caso não balance as redes do Equador em 38 minutos, a seleção será detentora do maior jejum de gols na história dos Mundiais.

<p>Goleiro de Honduras tenta salvar gol contra em jogo diante da França</p>
Goleiro de Honduras tenta salvar gol contra em jogo diante da França
Foto: Damir Sagolj / Reuters

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Até o momento, o recorde negativo pertence à Bolívia, com 518 minutos de ineficiência ofensiva. Antes do Mundial ter início, a Argélia era detentora da vice-liderança, mas Feghouli, com um gol de pênalti na derrota para a Bélgica (2 a 1), tratou de dar fim ao jejum, que já durava 504 giros de ponteiro.

Para escapar da marca vexatória, o técnico Luís Fernando Suárez deposita suas fichas na dupla de ataque formada por Jerry Bengston, do New England Revolution (EUA), e Carlo Costly, que defende o hondurenho Real España. Porém, no setor de armação de jogadas, o time perdeu Wilson Palacios, expulso na derrota para a França por 3 a 0. Assim, Roger Espinoza, atleta do Wigan (ING), será o principal encarregado da articulação.

O Mundial em solo brasileiro é o terceiro na história hondurenha. O primeiro, disputado em solo espanhol, traz consigo o último gol, anotado por Tony Laing, no empate com a Irlanda do Norte (1 a 1), em Zaragoza. Na África do Sul, em 2010, Honduras amargou a última colocação do Grupo H, capitaneado por Espanha e Chile, e passou sem incomodar os goleiros adversários. Assim, o incômodo récorde já dura 480 minutos.

Honduras e Equador medem forças nesta sexta-feira, às 19 horas (de Brasília), na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Completa o Grupo E, no mesmo dia, a partida entre Suíça e França, às 16 horas, que terá como palco a Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

 

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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