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A jornal, Match nega venda irregular de ingressos na Copa

25 jul 2014
08h19
atualizado às 08h23
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Em entrevista publicada nesta sexta-feira ao jornal O Estado de São Paulo, o presidente da Match, Jayme Byrom, afirmou que a empresa não cometeu crime ao vender “pacotes de hospitalidade” durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

<p>Diretor da Match, Raymond Whelan, foi preso sob acusação de vender ingressos da Copa do Mundo acima do preço; segundo presidente da empresa, Jayme Byrom, preços são referentes a pacotes de hospitalidade</p>
Diretor da Match, Raymond Whelan, foi preso sob acusação de vender ingressos da Copa do Mundo acima do preço; segundo presidente da empresa, Jayme Byrom, preços são referentes a pacotes de hospitalidade
Foto: Tasso Marcelo / AFP

Durante o Mundial, o diretor executivo da Match, Raymond Whelan, foi preso no Rio de Janeiro por vender ingressos para jogos acima do valor para o franco-argelino Lamine Fofana, um dos integrantes do esquema. No entanto, segundo Byrom, o que Whelan vendia acima do preço eram pacotes, que incluíam ingressos, alimentação e transporte, cujos preços não contam com regulamentação.

O presidente da empresa afirmou que Whelan é inocente, e afirmou que muitas das acusações feitas “não têm sentido”. “Não havia nada de ilegal sobre um executivo da Match oferecendo um produto listado em nosso catálogo. No Brasil, o que constitui crime é vender o ingresso com preço acima de seu valor de face. Mas no ingresso do pacote de hospitalidade, não há preço. Não é ilegal revender esses ingressos, desde que a revenda seja autorizada pela Match”, argumentou Byrom ao jornal.

Ao longo da entrevista, o presidente da Match tentou dissociar o chamados “pacotes de hospitalidade” de ingressos comuns. Além disso, disse cooperar com a investigação da Polícia Federal e afirmou não faltar controle na venda de ingressos para jogos de futebol.

Fonte: Terra

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