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Caso Paquetá: cartão recebido no 1º jogo da temporada acelerou apuração sobre apostas, diz jornal

De acordo com informação do 'Daily Mail', amarelo contra o Bournemouth, em 11 de agosto, iniciou a investigação contra o jogador brasileiro

23 ago 2023 - 14h10
(atualizado às 16h24)
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Lucas Paquetá em partida do West Ham
12/08/2023
Action Images vía Reuters/Paul Childs
Lucas Paquetá em partida do West Ham 12/08/2023 Action Images vía Reuters/Paul Childs
Foto: Reuters

O cartão amarelo recebido por Lucas Paquetá logo no primeiro jogo oficial do West Ham na temporada 2023/2024 reforçou as suspeitas da Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês) sobre o envolvimento do meia brasileiro com apostas esportivas. Ao tomar conhecimento da advertência, a entidade acelerou as investigações que já conduzia há cinco meses, de acordo com informações obtidas pelo jornal britânico Daily Mail. Em contato com a reportagem do Estadão, o estafe do jogador disse não ter informações sobre o processo e que está acompanhando os desdobramentos pela imprensa.

A partida em questão foi contra o Bournemouth, no dia 11 de agosto, e terminou empatada por 1 a 1. Segundo o Daily Mail, antes disso, pelo menos outros dois jogos nos quais Paquetá recebeu amarelo já estavam sendo investigados, ambos da temporada passada: o empate por 1 a 1 com o Aston Villa, dia 12 de março, e a vitória por 3 a 1 sobre o Leeds, dia 21 de maio.

A Associação Inglesa teria recebido um alerta anticorrupção de autoridades na manhã de segunda-feira, três dias após o jogo com o Bournemouth, antes de informar o West Ham e o jogador, que ainda não sabia ser alvo de investigação. Na sexta-feira da mesma semana, o caso se tornou público horas antes da primeira convocação de Fernando Diniz para a seleção brasileira e Paquetá foi cortado. Diniz disse que o atleta foi cortado por causa das suspeitas.

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O Manchester City, que tentava contratar Paquetá, desistiu da negociação. O West Ham, por sua vez, conduziu a questão de outra forma, sem dar importância para as investigações. O meio-campista permaneceu integrado ao elenco, foi ao campo na vitória por 3 a 1 sobre o Chelsea, no último domingo, e até marcou um gol. O jogador não está sendo acusado de nada ainda. No Brasil, alguns clubes adotaram procedimento parecido com os primeiros casos de atletas investigados. O afastamento só ocorreu após as conclusões das investigações.

O CASO

As apostas investigadas teriam sido feitas por pessoas próxima a Lucas Paquetá. Nos sites dessa natureza, é possível apostar se um jogador levará cartão amarelo ou vermelho. A Inglaterra fiscaliza com rigor o setor e não permite que jogadores e pessoas do entorno do futebol apostem. Recentemente, o atacante Ivan Toney, do Brentford, foi suspenso por oito meses de todas as atividades relacionadas ao futebol por violar regras de apostas esportivas no país.

Paquetá teve seu depoimento do caso adiado em até três semanas. Na última segunda-feira, o a Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês) aceitou o pedido do West Ham para que o esclarecimento do meia brasileiro fosse postergado. De acordo com o Daily Mail, a solicitação foi feita para que fosse possível entender os motivos que fizeram a entidade pedir que Paquetá falasse sobre o caso. A informação foi confirmada pela reportagem do Estadão com o estafe do atleta.

Em um primeiro momento, Lucas Paquetá se disponibilizou para dar qualquer tipo de esclarecimento sobre o ocorrido para as autoridades em uma entrevista. Posteriormente, a FA enviou um comunicado para o West Ham solicitando um depoimento, sem dar maiores detalhes no embasamento do pedido. Por causa disso, o clube optou por solicitar o adiamento em até três semanas deixando claro que deseja saber os motivos deste depoimento com antecedência.

Estadão
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