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Futebol

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Capitão do Paraguai é expulso após gesto que agora pode render vermelho imediato

O Paraguai teve um jogador expulso na partida contra a Turquia após uma revisão do VAR identificar um gesto enquadrado em uma nova regra da Fifa.

20 jun 2026 - 01h35
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Taça da Copa do Mundo
Taça da Copa do Mundo
Foto: Ton Molina/Getty Images / Esporte News Mundo

Miguel Almirón foi expulso nos minutos finais do primeiro tempo de Paraguai x Turquia, nesta sexta-feira, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, após o VAR identificar que o jogador cobriu a boca enquanto discutia com um adversário. A punição foi aplicada com base em uma nova regra da Fifa criada para impedir que possíveis ofensas discriminatórias sejam ocultadas durante confrontos em campo.

Miguel Almiron
Miguel Almiron
Foto: Richard Heathcote/Getty Images / Esporte News Mundo

A confusão começou após uma suposta falta no meio-campo. Durante o bate-boca entre jogadores das duas seleções, Almirón levou a mão à boca para falar com um atleta turco, atitude que chamou a atenção da arbitragem de vídeo.

Após revisar o lance, o árbitro decidiu mostrar o cartão vermelho ao meia-atacante paraguaio, deixando sua equipe com um jogador a menos ainda antes do intervalo.

A nova diretriz da Fifa determina que jogadores que cubram a boca com a mão, braço ou camisa durante discussões ou confrontos com adversários podem ser expulsos. A medida foi implementada para dificultar a ocultação de possíveis insultos racistas ou discriminatórios.

A regra ganhou força após episódios recentes no futebol europeu, entre eles um caso envolvendo Gianluca Prestianni, do Benfica, e Vinícius Júnior, do Real Madrid, durante uma partida da Liga dos Campeões.

Segundo a orientação da entidade, o gesto continua permitido em conversas normais ou amigáveis. A punição ocorre apenas quando a ação acontece em meio a discussões, provocações ou situações de conflito entre jogadores.

O episódio envolvendo Almirón se tornou o primeiro caso de aplicação da regra em uma Copa do Mundo e gerou debates sobre os critérios adotados pela arbitragem e os limites da interpretação da norma dentro das partidas.

Além da repercussão disciplinar, a expulsão teve impacto direto no confronto, obrigando o Paraguai a disputar todo o segundo tempo com um atleta a menos diante da Turquia.

Esporte News Mundo
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