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"Torcida não deu um tostão para nós", dispara Petraglia

Presidente do Atlético-PR polemizou e disse que transformou um time de bairro em gigante da América do Sul

23 jul 2015 - 16h14
(atualizado às 16h30)
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O presidente do Atlético-PR, Mario Celso Petraglia, fez mais uma aparição polêmicas nas redes sociais. Desta vez, no Facebook, o mandatário criticou a organizada e a torcida em geral ao dizer que ninguém contribuiu para construir o patrimônio atual do clube paranaense.

Um ano após a Copa do Mundo, Atlético-PR trocou o painel na frente da Arena da Baixada
Um ano após a Copa do Mundo, Atlético-PR trocou o painel na frente da Arena da Baixada
Foto: Divulgação/Atlético-PR

Em uma discussão na comunidade "Canto das Torcidas", o dirigente rebateu o autor da postagem que criticava o elitismo praticado pela direção rubro-negra, com ingresso a R$ 150 - atualmente é de R$ 100, o mais barato. Com o CT do Caju e a reforma da Arena da Baixada para a Copa do Mundo, o presidente estima que as áreas pertencentes são avaliadas em R$ 1 bilhão.

"Todo o crescimento, toda a transformação havida nestes 20 anos no Furacão aconteceu sem nenhuma, absoluta e material ajuda da torcida. O nosso patrimônio vale hoje R$ 1 bilhão e foi construído sem um mísero tostão da torcida", disparou Petraglia.

Após um período fora, o mandatário atleticano venceu as eleições no final de 2011 com a chapa "CAP Gigante" e acredita que está cumprindo tudo o que prometeu na campanha. Na época, o dirigente prometeu "formar times campeões" e terminar o complexo da Arena da Baixada (que incluía a Areninha) até março do ano passado. Ambos não ocorreram.

Petraglia voltou a criticar a falta de associação da torcida
Petraglia voltou a criticar a falta de associação da torcida
Foto: Câmara Municipal de Curitiba / Divulgação

"A única parte não correspondida até este momento, tenho dúvidas se será um dia, está justamente na nossa torcida, a que está devendo, a que não vai aos jogos, a que não se associa, a que exige tudo e pouco ajuda. Querem bons times, ingressos dados a qualquer preço e não têm nenhum compromisso com a sua paixão", criticou o diretor, que sonha em ter 40 mil sócios para deixar o clube capaz de concorrer no mercado com os times do eixo.

O debate foi gerado justamente pela crítica ao presidente do Atlético-PR por não deixar que as festas da torcida sejam feitas como antigamente. Alegando que "não é um clube de várzea", a discussão gerou réplica das partes na conversa. Valorizando seu trabalho à frente da equipe, Petraglia falou que poucos o ajudaram nessa caminhada.

"Deve-se a mim e a mais meia dúzia de torcedores que dedicamos décadas para transformar este clube de bairro num dos maiores clubes das Américas", finalizou o presidente do clube paranaense.

Fonte: PGTM Comunicação - Especial para o Terra PGTM Comunicação - Especial para o Terra
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