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Bastante desfalcado, Botafogo encara Athletico-PR para se afastar da zona da degola

Se vencer em Curitiba, time alvinegro ficará quatro pontos à frente do 17.º colocado do Campeonato Brasileiro

17 nov 2019
15h10
atualizado às 15h46
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Lutando para permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro, o Botafogo vai encarar o Athletico-PR neste domingo, às 18 horas, na Arena da Baixada, pela 33ª rodada. O técnico Alberto Valentim tem inúmeros problemas para escalar a equipe alvinegra, que na rodada passada derrotou o Avaí, mas ele garante que isso não abala a sua confiança em um bom resultado em Curitiba.

O Botafogo não poderá contar com o goleiro Gatito Fernandez, o zagueiro Marcelo, os laterais Gilson, Marcinho e Yuri e o atacante Rodrigo Pimpão em um jogo importantíssimo, já que uma vitória o colocará quatro pontos à frente da zona de rebaixamento.

"Vocês não vão me ver me lamentando por ausências físicas ou suspensões. Não costumo fazer isso para não acharem que estou criando um álibi. Mas é ruim. O ideal é ter todos os jogadores à disposição. Quando chego, perco o Marcelo Benevenuto e o Gilson. Não tinha o Alex. Agora ele está readquirindo a forma. Pimpão está fora. Gatito vai estar fora. Queria ter todos para poder repetir o máximo possível a escalação", falou o treinador.

É certo que, sem Gatito, Valentim escalará Diego Cavalieri no gol. O sistema defensivo será formado por Rickson, Gabriel, Carli e Lucas Barros. No meio de campo, Luiz Fernando deverá ser a principal novidade, provavelmente na vaga de Rhuan. Igor Cássio continuará mais à frente e Diego Souza será mantido no banco de reservas.

"Usamos os jogadores que vêm do banco para fazer com que a equipe melhore, ou para manter o ritmo. (Diego Souza) É um jogador muito representativo para o clube. Já tive conversas particulares com o Diego e faço tudo isso com todos os jogadores. Acelera nosso processo de nos conhecermos", disse o treinador, que analisou o adversário.

"É um time muito bem treinado, com jogadores de velocidade. Tem uma identidade tática, o Athletico repete o comportamento tático seja ofensivo ou defensivo. Se não me engano, é o estádio onde a torcida fica mais perto. São sete metros da primeira cadeira à lateral do campo. Tudo isso influencia, por isso é chamado de caldeirão", concluiu Valentim.

Estadão
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