A Copa do Mundo está à venda? Entenda movimento da Fifa para capitalização da entidade e federações
Ideia, que prevê R$ 51,1 bilhões a cada associação que aprová-la, é criticada pela Uefa e gera ameaças de boicote de seleções europeias ao Mundial
A Fifa não recebe investimentos privados para gerir o futebol mundial. A nova ideia da gestão Infantino é criar a Fifa Forward Enterprise, uma empresa que teria esse papel. O projeto ainda depende de aprovação, mas já é visto com maus olhos pela Uefa, cujas integrantes falam até em boicote à Copa do Mundo caso o plano se concretize.
No primeiro ano, três empresas ingressaram como parceiras de franquias da liga, incluindo a Ares Management. Essa possibilidade, porém, também aqueceu as propostas feitas por pessoas físicas e grupos familiares. Na época, os New York Giants valorizaram 34%, saltando da quarta para a terceira franquia mais valiosa, atingindo US$ 10,5 bilhões, sem private equity.
O rúgbi também serve como paralelo ao projeto da Fifa. O Six Nations, principal torneio da modalidade, tem suas ações divididas em sete partes. As federações de Inglaterra, França, Irlanda, Itália, Escócia e País de Gales têm, juntas, 6/7. A última participação é da CVC, gestora de private equity, que pagou, em 2021, 365 milhões de libras pelo negócio.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.