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Nino é eternizado no Fluminense após o 1º ouro olímpico

Jogador teve foto colocada em painel de atletas que fizeram história; preparador físico Marcos Seixas e médico Marco Azizi receberam placas

14 set 2021 13h01
| atualizado às 13h49
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Primeiro campeão olímpico da história do Fluminense, o zagueiro Nino foi homenageado pelo clube e eternizado na sala de troféus das Laranjeiras. Em cerimônia na sede social na última segunda-feira, o jogador, além do preparador físico Marcos Seixas e do médico Marco Azizi, que estavam na comissão técnica em Tóquio, receberam placas do presidente Mário Bittencourt.

Foto de Nino entrou em painel da sala de troféus (Foto: Mailson Santana/Fluminense FC)
Foto de Nino entrou em painel da sala de troféus (Foto: Mailson Santana/Fluminense FC)
Foto: Lance!

Um pôster do defensor também foi acrescentado à galeria de atletas que fizeram história pelo clube. Além de Nino, o Fluminense teve Afrânio Costa, do tiro esportivo, com a primeira medalha do Brasil em uma Olimpíada, em 1920, Guilherme Paraense, também do tiro esportivo, com o ouro na mesma edição. No futebol, Thiago Silva e Thiago Neves foram medalhistas de bronze nas Olimpíadas de Pequim, na China, em 2008.

Marco Azizi, Nino e Marcos Seixas foram homenageados pelo Fluminense (Foto: Mailson Santana/Fluminense FC)
Marco Azizi, Nino e Marcos Seixas foram homenageados pelo Fluminense (Foto: Mailson Santana/Fluminense FC)
Foto: Lance!

"É uma honra indescritível estar aqui e viver este momento. É difícil até encontrar as palavras. Cheguei ao clube em 2019 e posso dizer que tenho vivido muito mais do que um dia eu sonhei. Eu já era um menino sonhador e já realizado por estar jogando aqui, em um time onde desde pequeno eu sonhei estar. O Fluminense também me deu a oportunidade de chegar à seleção brasileira, disputar os Jogos Olímpicos e de conquistar esse ouro. Fico muito honrado de estar na memória do clube a partir de hoje. E vocês podem ter certeza de que o Fluminense sempre estará na minha memória também", disse o jogador, titular da Seleção na campanha.

Os outros homenageados também se emocionaram ao falar sobre a placa e o feito. Marcos Seixas já havia estado na delegação que conquistou o ouro no Rio de Janeiro, em 2016. Médico do clube desde 2006 e coordenador do departamento nas categorias de base desde 2010, Marco Azizi também exaltou o momento.

"Eu devo muito ao Fluminense. Sou um profissional formado no clube. Comecei como estagiário há mais de 20 anos. E como um clube que forma jogadores, também me formou como profissional. Tenho muita gratidão por esta instituição. Aqui eu aprendi muitos valores e princípios e me formei o profissional que sou hoje. Este é um clube diferente, que tenho muito orgulho de trabalhar, e fazer parte e ter amigos. Tenho certeza que quero estar em outras fotos nesta sala de troféus com novas conquistas", disse Seixas.

"A gente tem sonhos na vida. Mas nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar que um dia estaria aqui. Eu estava olhando as fotos aqui na sala, vendo o Rivellino, e me lembrei da minha época de torcedor de arquibancada, quando eu assistia ao Fluminense lá de cima, com seis ou sete anos, e eu jamais poderia imaginar que um dia seria médico do clube pelo qual eu sempre torci. E chegar à seleção brasileira é só um degrau a mais por estar no clube. Se não fosse pelo Fluminense, eu jamais teria tido essa oportunidade", afirmou Azizi.

Lance!
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