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Confusão de credenciais e lotação de auditório marcam início de julgamento no STJD

Excesso de jornalistas, advogados e auditores marca prévia do polêmico julgamento envolvendo o possível rebaixamento da Portuguesa no lugar do Fluminense

16 dez 2013
16h55 atualizado às 17h06
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16h55 atualizado às 17h06
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Falta de cadeiras para todos os presentes, espaço reduzido para cinegrafistas e repórteres, confusão entre assessores de imprensa e jornalistas desavisados. O clima é de tensão e falta de organização, minutos antes do início do polêmico julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no centro do Rio de Janeiro, que pode rebaixar a Portuguesa de Desportos à Série B, no lugar do Fluminense, em 2014.

A assessoria de imprensa do STJD havia soltado um comunicado avisando os profissionais de imprensa que, diante da alta procura pelo julgamento, somente profissionais previamente credenciados teriam acesso ao plenário onde logo mais os auditores irão decidir o futuro do Campeonato Brasileiro deste ano.

Ex-presidente do STJD diz que Portuguesa deve ser rebaixada:

O fato é que nem todos os veículos tiveram acesso a este comunicado e o hall do 15º andar do STJD se transformou num “mar de jornalistas” atrás da pulseira que daria acesso ao julgamento. Um grande confusão se instalou até que todos conseguissem se acomodar, ou revezar funções com outros colegas – como não há espaço para todos, alguns profissionais irão revezar as pulseiras ou trocar informações.

No plenário, existem apenas 33 cadeiras para o acompanhamento do julgamento, e outros 11 lugares na mesa onde serão discutidas as denúncias (que envolvem ainda o Flamengo e o Cruzeiro, em casos distintos). Muitos jornalistas estão sentados no chão, em condições precárias de trabalho, já que, somente a Portuguesa, como forma de apoio, trouxe três atletas.

<p>Seguran&ccedil;a foi refor&ccedil;ada do lado de fora do tribunal</p>
Segurança foi reforçada do lado de fora do tribunal
Foto: Daniel Ramalho / Terra

São eles: o lateral Juan, o goleiro Tom e o atacante Romão. Todos foram liberados anteriormente aos repórteres para ocupar o plenário. Ainda são esperados o também lateral Bryan e o goleiro Gladson, além de José Ilídio Lico, novo presidente da Lusa que assume no próximo ano, e estão junto de Manuel da Conceição Ferreira (Lupa), antigo mandatário. O meia Heverton, envolvido na denúncia que pode tirar quatro pontos da equipe paulista, não virá ao STJD, pois se encontra no Nordeste e sequer continuará na equipe na próxima temporada.

O Fluminense, interessado, obviamente, em permanecer no elite nacional, está com uma equipe de cinco advogados. Nenhum diretor está presente. Não existe previsão de duração para o julgamento no STJD – deve se estender por, no mínimo, cinco horas. A movimentação de advogados e assessores é grande. Dois policiais fazem o controle de entrada dos profissionais envolvidos na cobertura do julgamento, enquanto que um efetivo policial maior se concentra em frente ao prédio aguardando a concentração de torcedores de Portuguesa e Fluminense, prevista para as próximas horas. 

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Fonte: Terra
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