Antes da eliminação, italianos chamaram Renato Gaúcho de ‘ex-playboy’
Técnico conduziu o Fluminense à vitória por 2 a 0 sobre a Inter de Milão
Renato Gaúcho rebateu críticas do jornal italiano Gazzetta dello Sport ao conduzir o Fluminense a uma vitória por 2 a 0 sobre a Inter de Milão, classificando o time às quartas de final da Copa do Mundo de Clubes.
Renato Gaúcho mostrou aos jornais italianos que não é só um ‘ex-playboy’, como foi chamado pelo jornal Gazzetta dello Sport. Nesta segunda-feira, 30, o técnico conduziu o Fluminense ao 2 a 0 sobre a Inter de Milão e, consequentemente, à classificação às quartas de final da Copa do Mundo de Clubes.
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Antes da partida no Bank of America Stadium, em Charlotte, o diário recordou a passagem do ídolo tricolor pela Roma, em 1988. “Entre a Inter e as quartas de final da Copa do Mundo, está um ex-playboy que passou pela Roma”, diz o título da matéria.
Logo de cara, o texto aponta Renato como “um dos melhores técnicos da América do Sul”, mas admite decepção com o período em que ele viveu na Itália. Na chegada ao país europeu, o brasileiro foi apelidado de “Gullit branco”, em referência ao ex-craque holandês, como lembra o jornal.
Ao seguir destacando os números frustrantes do hoje treinador do Fluminense, a Gazzetta dello Sport criticou o comportamento do ex-jogador: “Era um mulherengo, desses que se gabam de suas conquistas cutucando os amigos no bar”
O diário, inclusive, relembrou que Renato chamava algumas mulheres de ‘Maria Chuteira”, em uma “definição que hoje o levaria — e com razão — ao tribunal com as mãos acorrentadas”, reforça o jornal.
Em sua passagem pela Roma, o ex-craque marcou quatro gols em 33 jogos. Ele voltou ao Brasil rumo ao Flamengo, em 1989.
