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Flamengo: Bruno Henrique pode virar réu por estelionato após atitude do Ministério Público

12 ago 2025 - 18h06
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O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pode ter sua situação jurídica agravada porque o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recorreu da decisão que o tornou réu apenas por fraude esportiva. Agora, o órgão pede que ele e o irmão, Wander Lima Pinto Júnior, respondam também por estelionato.

Bruno Henrique em ação pelo Flamengo
Bruno Henrique em ação pelo Flamengo
Foto: Bruno Henrique em ação pelo Flamengo ( Adriano Fontes/Flamengo) / Gávea News

A acusação envolve o jogo contra o Santos, pelo Brasileirão de 2023, em Brasília, quando o jogador teria recebido um cartão amarelo de forma deliberada. Isso porque tal ato teria beneficiado seu irmão e outros apostadores, que lucraram com o evento previamente registrado em casas de apostas. Vale destacar que, se condenado por fraude esportiva, Bruno Henrique pode pegar de dois a seis anos de prisão.

Pedido de fiança milionária e proibição de contratos com casas de apostas

Além disso, o MPDFT reforçou no recurso o pedido para que Bruno Henrique pague fiança de R$ 2 milhões, alegando a necessidade de evitar qualquer interferência nas investigações ou risco de ausência em audiências. Por isso, o órgão solicita também a proibição de firmar contratos publicitários com empresas de apostas, abrir contas nesse tipo de site ou realizar apostas, ainda que por intermédio de terceiros.

Cabe ressaltar que o juiz Fernando Brandini Barbagalo, no último dia 16, havia rejeitado a denúncia por estelionato, acatando apenas a parte relacionada à fraude esportiva. Sendo assim, o MP quer que a decisão seja reformada para incluir o novo crime na ação.

Detalhes das investigações e indícios levantados

Desse jeito, o MPDFT aponta que as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) encontraram indícios consistentes contra o atleta. Isso porque houve um volume anormal de apostas prevendo o cartão amarelo, muitas delas feitas por contas recém-criadas e localizadas em Belo Horizonte, cidade natal do jogador.

Com isso, o Ministério Público sustenta que há elementos suficientes para ampliar a acusação e aplicar medidas preventivas mais rígidas. Portanto, o caso segue para análise do magistrado, que decidirá se aceita ou não as novas solicitações.

Sendo assim, o episódio mantém Bruno Henrique no centro de um dos casos mais polêmicos envolvendo futebol e apostas no Brasil.

Gávea News
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