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Após farpas entre Paes e Braz, Flamengo vê esperança por público no Maracanã com uma condição

Fla segue na luta nos bastidores para atuar contra o Olimpia, dia 18, com a presença da torcida no Maracanã; prefeito e dirigente discutem sobre porcentagem e protocolos

28 jul 2021 - 14h02
(atualizado às 14h46)
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Nesta quarta-feira, o noticiário esportivo virou holofotes para as redes sociais quando Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo, questionou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o porquê de o clube ainda não ter recebido a autorização para atuar com torcida no Maracanã, em resposta a uma postagem acerca da retomada da vacinação no munícipio.

Também vereador do Rio, o VP do Flamengo e Eduardo Paes trocaram farpas no Twitter. E, em meio a um pedido para que Braz evitasse "radicalismos", o prefeito indicou que o Rubro-Negro pode criar esperanças para jogar com torcida na Libertadores, por exemplo, com uma condição: realizar um pedido por 10% de ocupação do Maracanã em protocolo.

Isso ocorreu quando Braz citou as autorizações para que as finais da Libertadores (2020) e da Copa América (2021) tivessem público no Maracanã, respondendo logo depois de Paes avisar que a liberação definitiva depende do aval da Secretaria de Saúde:

- Tomara que seja o mesmo profissional de saúde que liberou para Copa América e final da libertadores. Estou na torcida - postou o dirigente do Fla.

Então, Eduardo Paes falou que o primeiro protocolo formalizado pelo Flamengo junto à Secretaria de Saúde foi "bem ruim" e desafiou Marcos Braz a pleitear 10% da liberação da torcida no estádio, e não 30%, conforme a intenção atual do Rubro-Negro.

- Em tempo: ambas as finais solicitaram 10% de ocupação. Me parece (parece porque é tudo "de boca" ou no tweeter) que vocês querem 30%. Quem sabe pleiteando o mesmo já que é essa a sua base de comparação. Formaliza aí. Aguardamos ansiosos. E publica a cópia do pleito aqui - escreveu Paes.

Em um evento recente para o lançamento de um programa cultural no Rio de Janeiro, Eduardo Paes chegou a responder a jornalistas sobre as cobrança de rubro-negros nas redes sociais. Vascaíno declarado, o prefeito brincou:

- A última que estão fazendo comigo é que não libero jogos do Flamengo porque sou vascaíno. Se eu pudesse, bem que faria mesmo, tudo pelo meu Vascão. Se eu fosse juiz de futebol, o Vasco não estava na desgraça que está.

Enquanto estuda outras possibilidades para mandar o duelo de volta das quartas da Libertadores, contra o Olimpia-PAR, dia 18, com público, o Flamengo manterá a postura de cobrança e, se possível, fará novos ajustes em relatório para convencer os órgãos responsáveis a atuar com torcida no Maracanã, agora com um sinalização positiva caso solicite 10% da capacidade total.

Em Brasília, nas oitavas da Libertadores, o Flamengo contou a liberação de 25% no Mané Garrincha, mas a presença do público foi abaixo do esperado: apenas 5 mil torcedores em um total de 18 mil ingressos disponíveis, aproximadamente. Embora tenha custos elevados, a capital federal segue como uma das opções para o próximo jogo do Rubro-Negro como mandante no torneio continental. João Pessoa é outra alternativa, por ora (veja mais aqui).

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