Endrick ganha boneco gigante após expectativa de ser titular contra Haiti
Nome mais que desejado pela torcida para entrar em campo contra o Haiti, Endrick já foi 'escalado' na seleção de bonecos gigantes de Olinda, no país Pernambuco.
Nome mais que desejado pela torcida para entrar em campo contra o Haiti, Endrick já foi 'escalado' na seleção de bonecos gigantes de Olinda, no país Pernambuco.
Após o empate do Brasil em 1 a 1 contra o Marrocos, logo surgiu um clamor na mídia e entre torcedores brasileiros desejosos de ver o camisa 19 em ação.
O escultor Guilherme Paz é o responsável por dar forma ao boneco após passar dias analisando as características físicas do futebolísta por fotos de diferentes ângulos, para então colocar a mão no barro e modelá-lo.
Perseguindo a perfeição, o artista conta com a ajuda até da inteligência artificial em busca de definir uma das características que mais definem a feição do atacante: seu olhar.
O atacante é visto pela torcida brasileira como uma das maiores promessas do futebol do país, no auge de seus 19 anos de idade, e é até apontado com uma referência de peso como o "novo Pelé".
Endrick chega à Copa em um grande momento no futebol europeu após ser revelado pelo Palmeiras. O jogador, que declara sua de fé em Deus constantemente, imprime no imaginário popular um atleta com paixão por representar o Brasil e como alguém que joga com garra e capacidade de definir jogos.
Nesta sexta-feira, 19 de junho, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026, como é de costume, o técnico Carlo Ancelotti esconde o jogo e só deve revelar os titulares da partida contra o Haiti pouco antes da bola rolar.
Romário chama Ancelotti de "cego"
A ausência de Endrick e Rayan na partida entre Brasil e Marrocos segue gerando repercussão durante a Copa do Mundo de 2026. Após o empate sem gols da Seleção Brasileira no último sábado, 13 de junho, críticas às escolhas do técnico Carlo Ancelotti surgiram entre torcedores, comentaristas e também de uma das maiores lendas do futebol: Romário.
Tetracampeão mundial com a Seleção em 1994, o ex-atacante questionou a decisão de manter os dois jovens atacantes no banco de reservas durante todo o confronto. Para ele, o Brasil precisa de alternativas para aumentar o poder ofensivo da equipe, que encontrou dificuldades para criar oportunidades claras contra os marroquinos.
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