Presidente do Cuiabá culpa Corinthians, Santos e Grêmio por transfer ban
Clube tem 60 dias para quitar a dívida com o treinador português Petit e retirar a punição imposta pela entidade máxima do futebol
O Cuiabá sofreu um transfer ban da Fifa devido a uma dívida de R$ 4 milhões com o ex-técnico Petit, ficando proibido de registrar jogadores. O clube tem 60 dias para quitar o débito e busca resolver a pendência para não comprometer a temporada. Segundo o presidente, a dificuldade financeira ocorre por inadimplência de outros clubes, como Corinthians, Santos, Grêmio e Atlético-MG, afirmando que a instituição tem R$ 42 milhões a receber no mercado para regularizar as contas.
O Cuiabá recebeu um transfer ban da FIFA por causa de uma dívida de aproximadamente R$ 4 milhões com o técnico português Petit, que comandou o clube em 2024. Assim, a punição impede a instituição de registrar novos jogadores até que o débito seja quitado e a entidade retire a sanção.
O presidente confirmou a punição e informou que o clube tem 60 dias para resolver a pendência. Nesse sentido, diretoria busca alternativas para cumprir a determinação e evitar que o bloqueio comprometa os planos do time para a sequência da temporada.
Segundo o mandatário, a situação financeira do clube dificulta o pagamento imediato da dívida. O Cuiabá ainda aguarda valores que outras equipes do futebol brasileiro precisam repassar. A diretoria pretende utilizar esses recursos para regularizar o débito com o treinador.
"O Cuiabá não teria chegado a essa situação se não fosse os calotes que sofremos do Corinthians, do Santos, do Grêmio e do Atlético-MG. Como que um clube que tem R$ 42 milhões a receber passa por essa situação? Vou dar um jeito de pagar", disse o presidente.
O transfer ban permanece ativo até o cumprimento da obrigação. Durante esse período, o Cuiabá não pode registrar novos atletas, o que limita a atuação do clube no mercado de transferências e pode afetar o planejamento para as próximas competições.
Petit comandou o Cuiabá entre maio e dezembro de 2024, mas deixou o cargo após pedir demissão. O treinador tomou a decisão depois de uma reunião com a diretoria, que recebeu a notícia com surpresa. Na ocasião, o clube informou que o português alegou motivos pessoais para encerrar o trabalho.
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