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Mano detona repercussão "ridícula" por dancinha e nega saída

17 out 2014 - 12h11
(atualizado às 14h53)
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O técnico Mano Menezes não estava em seus dias mais bem humorados nesta sexta-feira. Em entrevista concedida no CT Joaquim Grava, o treinador do Corinthians criticou imprensa e torcedores que repercutiram de forma negativa a "troca de dancinhas" entre jogadores do Atlético-MG e o próprio treinador, após a derrota da equipe paulista por 4 a 1 na última quarta-feira, no Mineirão.

"Acho ridículo que cada vez se dê menos importância para o futebol e mais para isso. Comemorar o gol é um momento de alegria, cada um comemora como quiser. A comemoração deles foi mais significativa porque eles conquistaram uma classificação, e nós, uma vitória. Mas isso não tem importância nenhuma", disse o comandante corintiano.

No momento em que Luciano anotou o segundo gol do Corinthians na vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, Mano Menezes comemorou à beira do gramado com uma dança. Já na partida de volta, assim que o árbitro confirmou a classificação atleticana, os jogadores do time mineiro "responderam" ao imitar a dança no gramado do Mineirão, comemorando a classificação à semifinal.

Monossilábico e ríspido, Mano expõe tensão no Corinthians:

Mano também se irritou quando foi questionado duas vezes sobre um possível pedido de demissão. O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, já afirmou que o treinador não vai deixar o clube antes do término de seu contrato, que vai até o final do ano.

"Só pedi demissão uma vez na vida, e foi em caráter excepcional. Não sou disso. Vim aqui para fazer meu trabalho e vou fazer, no mínimo, até o fim do ano, se a diretoria entender que isso é o melhor para o clube. O presidente me passou a posição dele e eu o deixo à vontade para fazer o que quiser. Embora sejamos amigos, e não compadres, eu trabalho dessa forma. A pressão é proporcional ao que aconteceu na quarta-feira", disse o técnico, de cara fechada.

Veja sobre o que mais Mano Menezes falou nesta sexta-feira

Grupo rachado?

A derrota não forma família. Você só ouve essa história da família na hora da vitória. Não teve família nesse ano, né? E os protestos são sempre muito parecidos. A gente conversa no futebol que nem todo mundo comunga das mesmas ideias. Mas na hora da derrota se expõe mais essas ideias.

Declaração de Cássio: "tem gente que não está preparada para jogar no Corinthians"

Para os jogadores que fizeram parte de um grupo vencedor e são remanescentes, este momento é muito difícil. Porque você estava acostumado a ver tudo certinho dentro de campo. Então, quando acontece o que aconteceu na quarta, a frustração é maior. Porque você já teve um gostinho da vitória. E é nessa hora que você precisa mostrar experiência. Precisa dar respaldo aos outros companheiros de clube.

Protestos da torcida

Tudo que começa a cair no lugar comum perde um pouco do sentido. É como você repreender seu filho em casa. Se todo dia você fizer isto e um dia não fizer, ele vai te perguntar se você não vai repreendê-lo. Não aceito (protestos) de forma agressiva, em lugares que não devem acontecer. Aqui é o nosso lugar de trabalho, aqui é o clube. Algumas coisas nós temos que aceitar. Depois de quarta-feira, sim, são justos (os protestos).

Time "não está pronto" para ser campeão

Uma equipe que oscila igual a nossa mostra que não está pronta para grandes conquistas. Em grandes jogos isso fica bem evidente. Aconteceram coisas na quarta-feira que deixaram isso bem claro. Faltou experiência de time em determinado momento. Faltaram atitudes que são necessárias em um jogo como este, independente se você estiver bem ou não em campo.

Erro em poupar Gil e Elias?

Levir nega motivação extra por dancinha de Mano:

Claro que não foi um erro. As coisas que você decide são bem tratadas, conversadas claramente. Eles não tinham condições de iniciar o jogo, ficaram para um segundo momento. Elias entrou. Não tínhamos prioridade de trocar um zagueiro naquele momento. No futebol, quando se perde, sempre se está errado. E, quando se ganha, sempre se está certo. Nos próximos dias podem acontecer coisas que mostrem que nós estávamos certos

A situação que precisa ser analisada no futebol é que os jogadores não podem entrar em campo como fizeram o Tardelli e o Elias. Essa é a verdade. Tudo que vem depois disso é questão pessoal. Não deveria nem se permitido um jogador que entrou em campo 48h antes jogar de novo. Isso é o correto. Existem até determinações para que isso não aconteça.

Crise maior ainda depois de pegar o Inter?

Não (é um jogo de alto-risco para o Corinthians). Não estamos preocupados com 2015, e sim com 2014. Temos dez rodadas do Brasileiro e vamos fazer o melhor para que o Corinthians esteja no mínimo na Libertadores do ano que vem.

Com informações de Lancepress!

Fonte: Terra
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