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Apresentado, Diniz fala da intimidação da torcida do Corinthians e defende broncas nos atletas

Novo treinador do Timão admite exageros em cobranças, quer recuperar Rodrigo Garro e avaliará situação do meia Alex Santana

7 abr 2026 - 17h54
(atualizado às 18h00)
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Diniz estreia na próxima quinta-feira diante do Platense, pela Libertadores –
Diniz estreia na próxima quinta-feira diante do Platense, pela Libertadores –
Foto: Reprodução/Corinthians TV / Jogada10

O Corinthians apresentou nesta terça-feira (7) Fernando Diniz como novo treinador. Ele chega para substituir Dorival Júnior, demitido no último domingo, e garantiu que pode se adaptar aos jogadores do Timão. Além disso, o comandante ainda afirmou que o time precisa voltar a vencer o mais rapidamente possível, para aliviar a pressão da torcida, que tem feito protestos na porta do CT Joaquim Grava e intimidado o elenco.

"É super normal um time que tem o tamanho da torcida do Corinthians e a força que tem o torcedor organizado. É aquele torcedor que vai no estádio e às vezes ganha o jogo com sua presença. Os jogadores precisam apreender a jogar no Corinthians. E todo mundo. Eu aprender a ser técnico do Corinthians cada vez mais. Minha presença aqui é para ajudar os jogadores a saberem a lidar com isso. Tirar o que é positivo e trazer vitórias. O que acalma isso é ganhar jogo. Temos que fazer o nosso melhor para o torcedor sorrir o quanto antes", destacou.

Diniz diz que cobranças à beira do campo são positivas

Um ponto levantado durante a entrevista coletiva de apresentação refere-se ao estilo de jogo adotado por Diniz. Ele rejeitou a ideia que só tenha uma forma de jogar.

"No fundo eu sempre vou me adaptando aos elencos. O São Paulo, que você citou… Tiveram três São Paulos. O primeiro teve um ponta agudo que era o Antony, depois conseguimos recuperar o Pato como centroavante, com Vitor Bueno e Antony. Depois, no São Paulo que quase foi campeão, jogávamos sem pontas, sem laterais e atacantes de profundidade. Só no São Paulo foi um momento de muitas mudanças. O Vasco também um time diferente, e o Fluminense também. O Arias só jogava na esquerda, aprendeu a jogar pela direita. Num primeiro momento tinha o Luiz Henrique, depois com Marcelo e Felipe Melo", afirmou o novo treinador do Timão.

Fernando Diniz defendeu ainda as famosas cobranças à beira do gramado, com berros e palavrões. Para o técnico, este tipo de atitude tem efeito positivo no desenvolvimento dos atletas.

Diniz estreia na próxima quinta-feira diante do Platense, pela Libertadores –
Diniz estreia na próxima quinta-feira diante do Platense, pela Libertadores –
Foto: Reprodução/Corinthians TV / Jogada10

"Sou muito mais do que isso, não me resumo a isso. Tenho uma relação com os jogadores de vínculos cada vez mais profundos. Tenho alegria de ser o Diniz daquele jeito. É um Diniz que consegue ajudar mais os jogadores. Foi assim que consegui ajudar o Sara, Rayan, Gabriel Magalhães… Óbvio que em alguns momentos você passa do tom e precisa se corrigir. Mas aquilo tem um fundamento positivo de ajudar o jogador para ele conseguir faze o seu melhor", salientou.

Aliás, Diniz utilizou o jovem Rayan como exemplo. O atacante ganhou destaque sob o seu comando e acabou negociado com o Bournemouth, da Inglaterra. Na última convocação da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti chamou o jogador, que atuou contra a Croácia.

Treinador avaliará situação de Alex Santana

"Quase sempre que estou cobrando é por falta de vontade, deixar o time na mão. Tem uma causa justa. Minha vida é uma vida de doação para o jogador. Gosto de mudar a vida de jogador no futebol. Muito mais ajuda do que atrapalha. No fundo, tem uma coisa que os benefícios daquilo são positivos. A pessoa às vezes acha que estourei com o jogador. Um dos mais cobrados no Vasco foi o Rayan. Quando perguntaram para ele, disse que eu era um pai para ele. É só ir atrás dos jogadores que trabalharam comigo sobre o que acham de mim. Os exageros temos que aprender cada vez mais e ter controle. Mas aquilo tem um fundamento que ele é muito positivo para a vida dos jogadores".

O treinador falou ainda sobre uma possível volta de Alex Santana, que vem treinando separado dos demais jogadores. Aliás, citou que Hugo Souza tende a melhorar a saída de bola com os pés sob o seu comando.

"Sobre o Alex eu quero ver com calma. Fiquei sabendo há pouco que ele estava treinando separado. Quero ver com calma. É um jogador que eu gosto e conheço há bastante tempo. Em relação ao Hugo, eu trabalhei com o Fábio que não jogava absolutamente nada com os pés e evoluiu. Ele tinha 40 anos. O Hugo tem um pé melhor do que as pessoas acham, o jogo fica fácil se o goleiro joga com os pés. Temos que deixar ele confiante para tomar a melhor decisão. Em muitos momentos nesse trabalho do Vasco teve muita ligação direta. Mas o Hugo vai melhorar essa questão com os pés".

Diniz quer recuperar futebol de Garro

Por fim, falou sobre a má fase de Rodrigo Garro, jogador que pretende recuperar para voltar ao seu melhor momento com a camisa do Corinthians.

"É um jogador extremamente talentoso, teve momentos de brilhantismo aqui. Quero ajudar ele a recuperar isso. No treinamento de hoje foi um dos destaques".

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Jogada10
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