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Chefe da F1 vê GP na África como grande oportunidade para continente

Ruanda receberá categoria a partir da próxima década

14 out 2026 - 15h31
(atualizado às 15h41)
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Resumo
A Fórmula 1 fechou um acordo de dez anos para realizar um GP em Ruanda a partir da próxima década, marcando seu retorno à África após hiato desde 1993. Segundo o CEO Stefano Domenicali, a iniciativa consolida o campeonato como um evento verdadeiramente global e representa uma grande oportunidade de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutural, além de aproximar o esporte de mais de cinco milhões de fãs em um continente jovem e em rápido crescimento.

O presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, avaliou nesta quarta-feira (14) que a realização de um Grande Prêmio da categoria no continente africano é uma grande oportunidade para todas as partes envolvidas no projeto.

Ruanda receberá categoria a partir da próxima década
Ruanda receberá categoria a partir da próxima década
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

De acordo com o dirigente italiano, a F1, que fechou um acordo para a entrada de Ruanda no calendário no início da próxima década, "evoluiu de um campeonato eurocêntrico para uma competição verdadeiramente global".

"A África era o único continente ausente do nosso calendário, e trabalhamos intensamente para encontrar um parceiro confiável, disposto a investir e a apresentar um projeto relevante", afirmou Domenicali.

Em declarações dadas durante um evento em Milão, na Itália, o gestor afirmou que a África é "um continente jovem e em rápido crescimento, onde mais de cinco milhões de pessoas já acompanham" a principal categoria do automobilismo mundial. Além disso, Domenicali apontou que o projeto representa uma oportunidade que vai além do esporte.

"Uma vez concluída a infraestrutura, poderemos ajudar a atrair atenção, educação, atividades e investimentos. A F1 também deve levar em conta a dimensão sociocultural e assumir suas responsabilidades. Haverá também benefícios econômicos diretos e indiretos, investimentos significativos e muitas pessoas envolvidas nos preparativos para o Grande Prêmio", comentou.

O acordo, que será válido por dez anos, marca o retorno oficial da categoria ao continente africano, ausente do calendário desde 1993, quando o francês Alain Prost venceu a última prova disputada no circuito de Kyalami, na África do Sul.

Ansa - Brasil
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