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Chapecoense rechaça sentimento de 'coitadismo' após tragédia

6 jun 2017 - 12h26
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Aos poucos, a Chapecoense tenta fazer valer internamente a premissa de que o clube não pode seguir com ambição esportiva se não abandonar a posição de vítima – em razão da tragédia de 29 de novembro do ano passado, quando um avião com a delegação do clube caiu na Colômbia e provocou a morte de 71 pessoas. Essa estratégia já começa a ser exposta publicamente, em declarações de seus dirigentes.

Apenas seis pessoas sobreviveram ao acidente com o voo da Lamia, que caiu quando se aproximava do seu destino, a cidade colombiana de Medellín
Apenas seis pessoas sobreviveram ao acidente com o voo da Lamia, que caiu quando se aproximava do seu destino, a cidade colombiana de Medellín
Foto: Getty Images

Quem tem deixado isso mais claro é o diretor-executivo Rui Costa. Ele tem se esforçado junto com seus pares para que o discurso de vítima fique para trás. Há poucos dias, Rui se desentendeu com o árbitro Péricles Bassols, em jogo no qual o Cruzeiro eliminou a Chape da Copa do Brasil. Invadiu o gramado da Arena Condá assim que a partida se encerrou e investiu contra o árbitro com palavras agressivas.

Depois, ele tentou justificar, em parte, aquela atitude. Fez referências ao novo estilo que tem sido adotado pelos dirigentes da Chape e também pela comissão técnica do clube.

“A Chape vem tendo prejuízo importante há algum tempo em seu projeto, que é um projeto esportivo, não é um projeto de caridade, não é um projeto de coitadismo”, declarou, apontando alguns erros de arbitragem decisivos em partidas do clube em 2017 e ainda a exclusão da Chape da Libertadores por um problema extracampo – escalação de jogador em condição irregular sem que o clube tivesse sido comunicado da suspensão.

Os termos empregados por Rui também são utilizados pelo presidente do clube, Plínio David, o Maninho, e pelo técnico Vagner Mancini.

“A Chapecoense se negou a aceitar uma ideia inicial que ganhava corpo na CBF de que nós ficaríamos livres do descenso por três anos no Brasileiro. Não queremos privilégio. Queremos ser tratados com igualdade e respeito”, disse o presidente Maninho, em visita recente à sede da CBF, no Rio.

Após quatro rodadas, a Chapecoense lidera o Brasileiro.

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