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Marquinhos admite que gramado "favoreceu mais Venezuela do que o Brasil" e pede paciência com Diniz

Em entrevista coletiva, o técnico Fernando Diniz afirmou que o campo "fazia parte do contexto" e evitou jogar a culpa nele pelo resultado

13 out 2023 - 06h37
(atualizado às 07h39)
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O estado do gramado da Arena Pantanal foi ponto central de discussão antes da bola rolar para Brasil e Venezuela, pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Na última quinta-feira, 12, a Seleção ficou somente no empate com o time 'vinotinto': 1 a 1.

Foto: ( Vitor Silva/CBF) / Gazeta Esportiva

Em entrevista coletiva, o técnico Fernando Diniz afirmou que o campo "fazia parte do contexto" e evitou jogar a culpa nele pelo resultado adverso. Marquinhos, por outro lado, reconheceu que o gramado mato-grossense ajudou mais o rival do que a 'Amarelinha'.

"Gramado é uma questão interna que temos que discutir, tentar melhorar para ajudar a gente cada vez mais. Querendo ou não, (estado do campo) favoreceu muito mais a Venezuela do que nós. Mas esse foi um dos fatores, não vamos colocar a culpa toda nisso", admitiu.

O zagueiro do Paris Saint-Germain, igualmente, fez sua análise da partida e pediu paciência com o trabalho de Fernando Diniz.

"Somos cientes de que podemos fazer muito melhor. Tivemos posse de bola, criamos algumas chances, mas efetividade também é muito importante em um jogo como esse, de alto nível. Eles chegaram poucas vezes e conseguiram concretizar esse gol, levaram o empate para casa. É um começo de ciclo, começo de etapa nova. Estamos colhendo muitas coisas novas, novas estratégias. Foi a primeira vez de muitos jogadores e creio que cada vez mais, vamos procurar crescer e melhorar", pontuou.

"É uma mudança muito boa, muito positiva. Apesar do resultado não ter sido o melhor hoje, creio que a gente vem se divertindo muito em campo com essa forma de jogo. Todos os jogadores gostam da forma que ele (Diniz) atua, treina e trabalha. É um grande treinador. Nós, jogadores de alto nível, temos que nos adaptar o mais rápido possível. É pedir um voto de confiança para todos, para termos tranquilidade. Muita coisa boa está por vir neste ciclo e creio que os torcedores do que vamos fazer dentro de campo. É um processo de adaptação e é normal fazer bons jogos, bem como alguns menos atrativos. Vamos tentar sempre buscar efetividade. Teremos jogos em que não vamos conseguir exercer nosso melhor futebol, mas temos que buscar o resultado. Em uma partida como hoje, o resultado era importante para nós. Creio que, seguindo esse caminho — juntos e tranquilos —, todos vão gostar do que vem pela frente", completou, por fim.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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