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Grupo do DF gasta R$ 2600 para personalizar fusca para Copa

21 jun 2014
06h32
atualizado às 06h43
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Um grupo de oito casais de Taguatinga, no Distrito Federal, resolveu deixar a torcida pelo Brasil na Copa do Mundo mais colorida. E não economizaram para isso. Para manter uma tradição iniciada no Mundial de 2010, eles compraram um fusca ano 1978 e personalizaram com as cores verde e amarela. O investimento total ficou em R$ 2600: R$ 1400 da compra e R$ 1200 da reforma.

<p>O investimento total ficou em R$ 2600: R$ 1400 da compra e R$ 1200 da reforma</p>
O investimento total ficou em R$ 2600: R$ 1400 da compra e R$ 1200 da reforma
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

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“Compramos adesivos, tintas e reformamos ele em uma oficina de um amigo. Fizemos um mutirão e o processo foi artesanal”, conta Fabiana Ximenes, 33 anos, uma das entusiastas do projeto que teve início em 2010 e não deu sorte ao Brasil.

Naquele ano, o grupo também comprou um fusca e o deixou personalizado para a Copa. Porém, ao final a campanha frustrada pela Holanda nas quartas de final, o grupo resolveu se desfazer do carro. “Perdeu valor”, justifica Fabiana.

A experiência, porém, deixou saudades. Com a proximidade da Copa o grupo resolveu repetir a compra em um novo fusca. “Deu um pouco mais de R$ 300 por pessoa”, conta Fabiana, incluindo os gastos com a compra de um novo capô.

<p>O fusca é usado em todos os dias de jogo do Brasil; o carro sai cheio para uma volta a cada intervalo e ao final da partida</p>
O fusca é usado em todos os dias de jogo do Brasil; o carro sai cheio para uma volta a cada intervalo e ao final da partida
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

O fusca é usado em todos os dias de jogo do Brasil. Um telão é colocado no bairro onde os casais moram e muitos vizinhos também entram no clima. O carro sai cheio para uma volta a cada intervalo e ao final da partida.

O Brasil joga nesta segunda-feira em Brasília, mas nenhum dos proprietários do fusca irá o jogo. Ao final da Copa a esperança é de um destino melhor do que o de 2010 para o carro.

“Se o Brasil ganhar queremos levar ele para a Esplanada (onde a presidente Dilma Rousseff receberia os campeões) e tentar autógrafos na lataria dele. Mas se perder vamos ter de vender de novo”, completou.

Fonte: Terra

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