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Evaristo de Macedo aprova David Luiz como capitão da Seleção

6 jul 2014 - 15h52
(atualizado às 15h52)
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<p>David Luiz &eacute; favorito para ser o novo capit&atilde;o</p>
David Luiz é favorito para ser o novo capitão
Foto: Stefano Rellandini / Reuters

A suspensão de Thiago Silva abre obriga o técnico Luiz Felipe Scolari a indicar um novo capitão para a semifinal contra a Alemanha, terça-feira, no Mineirão. Para o ex-atacante e treinador Evaristo de Macedo, David Luiz tem o perfil ideal para assumir a braçadeira.

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“Ele tem o espírito de liderança. O capitão de um time necessariamente não precisa ser o melhor jogador, mas tem que ser aquele com maturidade e frieza suficientes para comandar a equipe dentro de campo. Principalmente nos momentos de tensão e descontrole”, ressaltou Evaristo, que dirigiu grandes clubes no Brasil e pelo mundo.

“Trata-se do homem de confiança do treinador e tem que passar essa confiança e muita tranquilidade a seus companheiros dentro de campo. O descontrole do capitão é muito prejudicial para a equipe”, frisou o ex-treinador da seleção.

Marcelinho Carioca sobre gol de David Luiz: "brilhante":

Na década de 50, Evaristo jogou pela seleção brasileira, mas acabou não tendo muita sequência. Em 1957, um ano antes da Copa da Suécia, ele trocou o Flamengo pelo Barcelona. Naquela oportunidade, a tecnologia não jogava a favor de quem atuava fora do país.

“O que dificultava mais era a distância Espanha e Brasil, pois naquela época as viagens eram mais difíceis. Além disso, o Barcelona estava em ótima fase e disputando várias competições, dificultando a minha liberação. Passei a ser convocado regularmente para a Seleção Brasileira a partir de 1956 e sempre fui titular, inclusive nos dois jogos contra o Peru pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1958”, lembrou Evaristo.

Na chegada ao Barcelona, o ex-atacante tinha uma cláusula de liberação para a Copa do Mundo, mas isso acabou não acontecendo e ele ficou de fora do grupo convocado pelo técnico Vicente Feola.

“O Campeonato Espanhol continuou durante a Copa do Mundo uma vez que a Espanha não havia sido classificada. Depois disso, com o Brasil campeão do mundo, havia um time formado. Em 1962 estava seriamente contundido. Não fosse isso, se tivesse me naturalizado espanhol jogaria a Copa de 62 pela Espanha”, revelou Evaristo de Macedo.

Fonte: Terra
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