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Dorival abre o jogo e fala de estilo na Seleção Brasileira

Novo treinador da Seleção Brasileira, Dorival Júnior fala em beber da fonte de outros profissionais e fala em se adaptar aos melhores jogadores

11 jan 2024 - 15h45
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Foto: Reprodução / CBF TV - Legenda: Dorival Júnior foi apresentado como novo treinador da Seleção nesta quinta-feira (11) / Jogada10

Apresentado como novo técnico da Seleção Brasileira nesta quinta-feira (11), o treinador Dorival Júnior acredita que o seu trabalho pode ter algumas semelhanças e lições com as passagens de Ramon Menezes e Fernando Diniz. Esses dois últimos, vale lembrar, foram os treinadores do Brasil em 2023. No entanto, nenhum empolgou a torcida. 

 "Tudo pode ser aproveitado e acredito que uma reciclagem acabe acontecendo e proporcionando dificuldades um pouco maiores. Finalizamos uma Copa e logo em seguida iniciamos uma preparação para um momento seguinte. Natural que teríamos dificuldades. Não imaginávamos que enfrentássemos tantas. Não quer dizer que podemos buscar algo diferente. O futebol não muda. Comportamentos precisam ser repetidos. Muito diferente de um clube: você joga hoje e amanhã já reapresenta buscando melhorar os erros. Todos encontram um caminho, temos que encontrá-lo também. Temos que acelerar esse processo. É buscar, rapidamente, ter uma equipe mais confiável, que passe essa segurança para nós", comentou Dorival Júnior. 

Ainda sobre este assunto, Dorival relatou inspirações em Felipão, técnico do penta, e em Zagallo, comandante do tri e auxiliar de Parreira no tetra. Júnior, aliás, revelou um pouco do que pensa para a Seleção Brasileira entre 2024 e 2026.

"A lição que o Zagallo nos deixou é uma lição que tem que ficar guardada para o resto da vida. O atleta que vem para cá não pode deixar de ter essa gana, essa garra de querer ganhar o tempo inteiro. Agradeço a todos na figura do professor Luis Felipe Scolari. Cumprimento a todos que ainda não consegui responder, mas que moram no meu coração e tem todo meu respeito", começou Dorival.

"Em todas as equipes, eu me adaptei à equipe. Nunca chego com sistema pré-estabelecido. Prefiro identificar o tenho à mão e depois empregar um sistema. Números para mim são relativos: 3-5-2, 4-3-3, para mim isso é balela. Quero defender com maior número possível e defender com o maior número possível de jogadores. Muito difícil falar agora entre os sistemas do Fernando, do Ancelotti, até porque eles estão em clubes. E dentro de uma seleção é um pouquinho diferente. Esse encaixe é fundamental, para que na prática as coisas deem encaixe", completou o treinador.

Assim, o primeiro jogo de Dorival com o Brasil será contra a Inglaterra, em Londres, no dia 21 de março. O jogo será um amistoso. Aliás, vale destacar que a CBF negocia para ter um amistoso, poucos dias depois, contra a Espanha, também na Europa.

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