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Glorioso domina, mas tropeça em noite de frustrações no Nilton Santos

O Botafogo saiu derrotado por 1 a 0 diante do Palmeiras, neste domingo (17), no Estádio Nilton Santos, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro

19 ago 2025 - 13h57
(atualizado às 13h57)
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Foto: Wagner Meier/Getty Images / Esporte News Mundo

O Botafogo saiu derrotado por 1 a 0 diante do Palmeiras, neste domingo (17), no Estádio Nilton Santos, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar da maior posse de bola, volume ofensivo e chances criadas, o Glorioso não conseguiu transformar o domínio em gols. O revés marcou o fim de uma série invicta histórica em casa, deixando a sensação amarga de que o resultado poderia - e deveria - ter sido diferente.

Um Botafogo agressivo, mas pouco preciso

Sob o comando de Davide Ancelotti, a equipe se apresentou com intensidade desde o apito inicial. Joaquín Correa e Mateo Ponte tiveram chances claras de abrir o placar ainda na primeira etapa, mas a falta de capricho nas finalizações manteve o zero no marcador. A frustração veio aos 35 minutos, quando o Palmeiras aproveitou sua primeira jogada de real perigo para marcar.

Na etapa final, o Glorioso aumentou a pressão, buscou alternativas no banco e encurralou o rival em diversos momentos. Porém, a falta de frieza na área adversária transformou o que poderia ser uma vitória convincente em um tropeço dolorido.

Fim da invencibilidade em casa

O peso da derrota está também no aspecto simbólico. O Botafogo vinha de 16 jogos de invencibilidade no Nilton Santos pelo Brasileirão, marca que sustentava a confiança do torcedor e o respeito dos rivais. Desde julho de 2024, o clube não conhecia o gosto da derrota em seu estádio, e a quebra dessa série adiciona uma camada de reflexão ao trabalho em andamento.

O que disseram os protagonistas

Ao fim do jogo, Davide Ancelotti foi direto:

"Domínio não vence jogo. Criamos, buscamos o gol, mas não tivemos a eficiência necessária. Precisamos corrigir isso rapidamente, porque grandes competições exigem mais do que intensidade: pedem decisão."

Jogadores também demonstraram frustração. Arthur Cabral, referência ofensiva, admitiu que o time sentiu a falta de precisão:

"Futebol é detalhe. Tivemos as chances, mas não aproveitamos. Isso não pode acontecer em jogos grandes."

Números que explicam a partida

  • Posse de bola: Botafogo terminou com mais de 60% de posse, mas finalizou pouco no alvo.
  • Chances claras: ao menos três oportunidades evidentes foram desperdiçadas.
  • Defesa: o Glorioso sofreu gol em uma das raras chegadas do adversário, mostrando que a concentração precisa ser mantida mesmo em jogos de domínio.

O que está em jogo para o Glorioso

Apesar da derrota, o Botafogo segue no G-6 e mantém viva a briga por vaga direta na Libertadores. Mas o alerta está aceso: não basta dominar, é preciso matar o jogo. O próximo compromisso do time será pela Copa Libertadores, contra a LDU, em casa, um confronto que exige resposta imediata do elenco.

A lição fica clara: intensidade, volume e controle não bastam sem eficácia. O Glorioso tem elenco, torcida e comando para reagir - e a partida contra os equatorianos pode ser a virada de chave para retomar a confiança.

Esporte News Mundo
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