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Fora do G-4, Oswaldo segue otimista: "não temos tom de velório ainda"

14 nov 2013 - 00h32
(atualizado às 00h54)
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Com um discurso bem mais contido do que o habitual, o técnico Oswaldo de Oliveira procurou passar um tom de otimismo para a sequência final que o Botafogo vai enfrentar no Campeonato Brasileiro. Diante dos últimos resultados negativos, que culminaram com a saída do clube do G-4, as palavras do treinador soaram pouco convincentes, mas ele afirmou que o clube tem forças para reagir e voltar ao grupo que qualifica para a Copa Libertadores da América.

Veja lance polêmico do jogo Portuguesa e Botafogo:

"O momento é de reação. Não vamos esmorecer, vamos buscar. Quem sai, volta. Temos jogo no sábado para fazer isso. Vamos continuar tentando reagir. Lutamos hoje, mas não conseguimos", afirmou ele, mencionando as chances de gol perdidas no empate por 0 a 0 diante da Portuguesa, no Estádio Maracanã.

Com frases mais curtas do que costuma emitir, o treinador frisou que focará a parte motivacional na preparação do time para os próximos jogos. Ele alegou que haverá pouco espaço para treinos daqui para frente, que pretende intensificar a preparação psicológica. Questionado se, diante da trajetória do Botafogo neste campeonato, a saída do G-4 é injusta, Oswaldo evitou adotar um discurso de quem está jogando a toalha.

"Não temos tom de velório ainda. Temos muito espaço para correr e tentar. Não admito esse tom de perda. Não vou considerar nada injusto por enquanto. Vamos esperar o final", observou.

Oswaldo de Oliveira ainda bota fé em volta ao G-4:

Todas as equipes vem tendo queda de rendimento nesta parte final do campeonato, avaliou o treinador. Ele, no entanto, buscou recordar das perdas de elenco que o time teve ao longo da competição, com a saída de vários jogadores para o exterior. "Vejo quedas em todas as equipes, mas só não vejo em todas as dificuldades que o Botafogo passou e que se refletem agora no final. Mas ainda temos jogos para jogar", comentou.

Sobre o empate com a Portuguesa, Oswaldo opinou que a equipe lutou e criou boas chances de gol. Para balançar as redes, completou, faltou o que chamou de "capricho" para a bola entrar. "Temos que seguir trabalhando para fazer a bola entrar. Tentamos hoje e não conseguimos. Vamos seguir perseguindo isso. Situações como hoje foram construídas no ano inteiro. Hoje criamos inúmeras oportunidades de gol. Hoje, pelo menos uma bola poderia ter entrado".

Fonte: Terra
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