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Morre ídolo da Seleção Brasileira e ex-jogador do Flamengo

O esporte brasileiro amanhece de luto após a morte de um dos grandes nomes de sua história.

23 mar 2026 - 00h12
(atualizado às 00h12)
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Foto: Esporte News Mundo

O basquete brasileiro encerra este domingo (22) em silêncio e reverência. Ídolo da Seleção Brasileira de Basquete e com passagens marcantes por clubes como Sírio, Flamengo, Fluminense e Bradesco, além das experiências internacionais no basquete italiano e universitário dos Estados Unidos, Marquinhos Abdalla morreu aos 73 anos, deixando um vazio irreparável em uma das gerações mais simbólicas do esporte nacional.

Foto: Divulgação/CBB / Esporte News Mundo

Carioca, nascido em 1952, Marquinhos foi mais do que um grande pivô. Foi um símbolo de uma era em que talento e compromisso com a camisa do Brasil caminhavam lado a lado. A Confederação Brasileira de Basketball lamentou a perda e definiu o ex-jogador como uma "referência técnica e humana" que já faz falta.

Em 1976, ele entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro selecionado no Draft da NBA, escolhido pelo Portland Trail Blazers. Mas o capítulo mais emblemático dessa conquista veio logo depois. Diante de um contrato de três anos, sendo um garantido, Marquinhos tomou uma decisão que atravessaria décadas. Recusou a oportunidade de atuar na maior liga do mundo para não abrir mão de defender a Seleção Brasileira, já que, na época, jogadores da NBA não podiam disputar competições internacionais por seus países.

Com a camisa do Brasil, construiu uma trajetória sólida e respeitada. Disputou três edições dos Jogos Olímpicos, em Munique 1972, Moscou 1980 e Los Angeles 1984, foi vice-campeão mundial em 1970 e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Cali, em 1971, além de títulos sul-americanos.

Nos clubes, também escreveu capítulos importantes. Foi ídolo do Sírio, onde conquistou o Mundial Interclubes de 1979, e teve passagens relevantes por Flamengo, Fluminense e Bradesco. No exterior, atuou na Itália e também brilhou no basquete universitário dos Estados Unidos, defendendo a Pepperdine University, ajudando a abrir portas para atletas estrangeiros na NCAA.

A morte de Marquinhos Abdalla encerra a vida de um personagem que ajudou a moldar o basquete brasileiro dentro e fora de quadra. Sua história, marcada pela escolha rara de priorizar a Seleção em detrimento da NBA, permanece como um testemunho de um tempo em que o amor à camisa falava mais alto que qualquer contrato.

Esporte News Mundo
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