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Automobilismo

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IMSA: Punição a Estre é considerada “dura” pela Penske

Dirigente da equipe diz que piloto não tinha histórico de incidentes ou penalidades antes do episódio.

17 set 2026 - 20h36
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Kévin Estre para a Porsche Penske Motorsport
Kévin Estre para a Porsche Penske Motorsport
Foto: Divulgação / Porsche Motorsport

Jonathan Diuguid, presidente da Penske Racing, considerou “dura” a punição aplicada a Kévin Estre após o incidente ocorrido na etapa de Road America da IMSA. O dirigente acredita que a categoria pode estar utilizando o piloto da Porsche como exemplo em meio ao endurecimento dos critérios adotados pela direção de prova.

Estre disputava a segunda colocação com Jack Aitken, da Action Express, nas voltas finais da prova de seis horas, quando os dois Cadillac e Porsche se envolveram em um acidente. Após a corrida, a IMSA aplicou uma punição de tempo ao Porsche #6, compartilhado por Estre e Laurens Vanthoor, além de colocar o francês em período probatório nas duas últimas etapas da temporada.

A medida aconteceu durante um processo de maior rigor por parte da direção de prova, conduzida por Beaux Barfield. O diretor chegou a afirmar que Estre estaria sob uma “rédea extremamente curta” nas corridas restantes, com a possibilidade de o piloto ser retirado da prova caso voltasse a infringir as regras.

Apesar das críticas à intensidade da punição, Diuguid ressaltou que Estre possui um histórico limpo na temporada. Segundo o dirigente, o piloto é experiente e conhecido por seu estilo competitivo, mas não havia sido responsabilizado por incidentes ou recebido outras penalidades antes do episódio em Road America.

Para Diuguid, a decisão da IMSA pode ter o objetivo de transmitir uma mensagem aos competidores, mas não representa um ataque direcionado a Estre ou à Porsche Penske. O presidente afirmou que os carros da equipe tiveram uma temporada limpa e que o acidente foi uma situação pontual, embora tenha tido consequências importantes para o #6.

O dirigente ainda destacou que a Penske mantém diálogo aberto com a IMSA e pretende continuar trabalhando em conjunto durante a etapa de Indianápolis. “Entendemos a expectativa e sabemos como seguir em frente”, afirmou Diuguid, indicando que a equipe pretende concentrar seus esforços no controle dos fatores que estão ao seu alcance.

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