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Athletico assume a culpa em caso de doping na Libertadores

Dois jogadores do time rubro-negro foram pegos no antidoping após o confronto contra o Tolima pela Libertadores

13 mai 2019
16h25
atualizado às 16h57
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O Athletico Paranaense, através do presidente do Conselho Deliberativo, Mário Celso Petraglia, se pronunciou sobre o caso de doping envolvendo o zagueiro Thiago Heleno e o volante Camacho na partida diante do Tolima, pela Libertadores da América. Os dois jogadores ingeriram um suplemento alimentar com a substância Higenamina, proibida pela Agência Mundial Antidoping.

Santos, Camacho e Thiago Heleno durante Athletico x Vasco. Partida válida pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro 2019. Arena da Baixada. Curitiba, PR.
Santos, Camacho e Thiago Heleno durante Athletico x Vasco. Partida válida pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro 2019. Arena da Baixada. Curitiba, PR.
Foto: Reinaldo Reginato / Fotoarena / Estadão

"Lamentavelmente, a vida nos proporciona situações difíceis. Fomos surpreendidos por uma falha interna de profissionais do clube que nós abrimos uma sindicância e processo administrativo interno para buscar todas as informações do ocorrido", disse o dirigente, sem entrar em maiores detalhes, mas prometendo revelar o que for descoberto. "Assim que tivermos uma posição objetivo das falhas que houve durante o processo", completou.

O presidente rubro-negro revelou que a notícia chegou na sexta-feiura, mas que apenas Thiago Heleno e Camacho tomaram o suplemento, ao contrário das primeiras informações que incluem Bruno Guimarães e João Pedro, agora no Paraná, também na lista. "Fomos surpreendidos na última sexta-feira pela Conembol que o Thiago havia ingerido uma substância que é considerada doping. O suplemento foi posto a disposição de vários atletas e, infelizmente, dois tomaram", afirmou.

Petraglia garante que o clube vai assumir toada a culpa na defesa dos atletas, que considera vítima de um erro interno. "Temos que buscar que essa situação não afete a imagem do atleta. O doping é uma coisa tão forte na vida do profissional do esporte que é um tabu e desta vez, eles não podem ficar com essa marca porque foram vítimas da instituição. A culpa é exclusivamente do Athletico Paranaense", concluiu.

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