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Após clássico, torcedor do Sport é baleado e tem morte cerebral
Segunda-feira, 19 Março de 2001, 02h37
Atualizada: Segunda-feira, 19 Março de 2001, 02h38

Recife - A violência no futebol teve mais um capítulo triste, neste domingo, após a partida entre Sport e Náutico. O menor Daniel Ramos da Silva, 17 anos, que, segundo sua mãe, Amarita Ramos da Silva, era membro da Torcida Jovem do Sport, foi atingido por dois tiros na cabeça. Segundo o médico chefe de plantão da Emergência do Hospital da Restauração (HR), Guilherme Lima, às 21h30 foi clinicamente diagnosticada a morte encefálica do torcedor.

O incidente ocorreu após a saída do estádio, nas proximidades do túnel Chico Science, na Ilha do Retiro. O padrasto do garoto, Mariano Marcelino, também conhecido como “Maurício”, e a mãe, Amarita Ramos da Silva, informaram à Polícia que foram avisados do fato por um amigo do filho cujo nome desconhecem. Ainda segundo eles, o amigo disse que houve um tiroteio entre policiais e torcedores, quando Daniel teria sido atingido por bala perdida.

A versão dos pais contrasta com a do major Silas Charamba, assessor de comunicação da PM. Ele não soube dizer o que motivou a discussão entre dois grupos de torcedores que acabou em tragédia, mas garantiu que a Polícia não teve envolvimento no incidente. “A Polícia foi avisada e quando chegou ao local ainda fez algumas abordagens, mas não prendeu ninguém”.

“Desde os cinco anos ele não quer perder um jogo do Sport”, disse Mariano, acrescentando que o filho não atendeu aos apelos da mãe para que não fosse ao jogo. Num primeiro momento Daniel, que reside com a família na Travessa do Cano s/nº, no Ibura de Baixo, concordou, mas depois saiu escondido.

REVISTA - Mas o clima de guerra entre galeras começou bem antes do início da partida. Segundo informações da PM, uma briga também envolvendo membros da Torcida Jovem do Sport e da Fanáutico obrigou os policiais a agirem de forma enérgica. Vários torcedores foram detidos, e o que se viu na Praça da Bandeira, momentos antes da partida, foi um amontoado de torcedores - aproximadamente vinte - deitados no chão, com as mãos nas cabeças, sob a mira dos revólveres dos policiais militares, esperando para serem revistados.

A cena assustou muita gente que passava por perto. Segundo o capitão Ronaldo Antônio, do Batalhão de Choque, que comandou a operação de segurança no estádio e nas imediações, seis pessoas foram detidas e autuadas por causa da briga entre as galeras. Mais quatro torcedores também foram presos, estes por tentarem entrar no estádio com fogos de artifício. Um efetivo de 200 homens foi disponibilizado para cuidar da segurança dos torcedores dentro do campo e nos arredores. .



Diário de Pernambuco


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