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Yduqs e Afya combinam negócios

24 set 2026 - 07h17
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Resumo
A Yduqs e a Afya anunciaram uma fusão via incorporação da Afya para unir suas plataformas de ensino superior e médico no Brasil. Pelo acordo, os acionistas da Afya deterão 69% da nova companhia combinada e os da Yduqs, 31%, tornando a alemã Bertelsmann a maior acionista individual (47,3%). Com previsão de conclusão até 31 de março de 2028, a transação estipula multas rescisórias entre R$ 325 milhões e R$ 650 milhões caso surjam entraves que impeçam a sua efetivação.

A Yduqs celebrou um ‌acordo de associação com a Afya por meio de uma incorporação que envolverá a extinção da Afya, segundo fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira.

"A operação visa combinar ⁠duas plataformas complementares de educação superior no ‌Brasil, reunindo o ecossistema de educação médica da Afya e o modelo diversificado de ‌educação superior em larga escala ‌da Yduqs", acrescentou a empresa.

Os acionistas ⁠da Afya receberão 6,408347 ações da Yduqs por cada ação ordinária que detinham na Afya, passando os atuais acionistas da Afya e da Yduqs a controlar, respectivamente, 69% e 31% ‌do capital social da companhia combinada em bases ‌totalmente diluídas, após ⁠a ⁠data de fechamento da operação.

A alemã Bertelsmann, que controlava 69% ⁠da Afya, ‌será o maior acionista ‌individual na nova companhia combinada, com 47,3% das ações, ficando a família Esteves, que detinha 11,1% da Afya, com 7,6% da ⁠nova companhia.

Já a Advent, que tinha 17,1% da Yduqs, fica com 5,3% das ações na nova companhia, com a família Zaher, detentora de 15,1% ‌da Yduqs, ficando com 4,8% das ações da companhia combinada.

A consumação da operação deverá ocorrer ⁠até 31 de março de 2028, estando prevista uma multa compensatória no valor bruto de R$325 milhões a ser paga pela companhia infratora caso existam obstáculos ao negócio até a aprovação da operação pelas assembleias gerais das duas empresas.

Por outro lado, a multa compensatória subirá para R$650 milhões caso estes obstáculos surjam após a aprovação da operação pelas assembleias gerais das duas empresas.

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