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Visita de Trump à China não deve render avanços, mas tem como objetivo manter a estabilidade

9 mar 2026 - 09h17
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A reunião neste ‌mês entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, não deve criar espaço nem mesmo para uma redefinição limitada dos laços comerciais e de investimento, segundo cinco pessoas informadas sobre os preparativos.

Até o momento, líderes empresariais norte-americanos não garantiram a delegação de CEOs que alguns pretendiam. Por ⁠outro lado, não há indicação de que Pequim esteja no caminho de obter ‌as proteções de investimento que buscou em nome das empresas chinesas.

Washington e Pequim estão buscando manter a estabilidade que tem caracterizado as relações entre as ‌duas maiores economias do mundo desde o final ‌do ano passado, após um período conturbado marcado pelas tarifas de Trump ⁠e pelo estrangulamento da China sobre as exportações de terras raras.

Mas algumas empresas norte-americanas também tinham esperança de que a visita de Trump pudesse ir além de um sinal verde para os acordos sobre as compras chinesas de soja e aeronaves Boeing, já em consideração.

A frustração chinesa com o planejamento de última ‌hora do governo Trump para um evento que normalmente leva meses de preparativos meticulosos ‌tem ofuscado o encontro - ⁠o primeiro entre ⁠Trump e Xi desde que eles concordaram com a trégua comercial em outubro -, disseram à ⁠Reuters três pessoas com conhecimento dos preparativos.

As ‌incertezas, além da liberação para ‌o investimento chinês, incluem a questão espinhosa das tarifas de Trump e se ele terá a companhia do tipo de delegação empresarial de alto nível que os líderes do Canadá, Reino Unido e Alemanha levaram recentemente ⁠à China em suas visitas de Estado.

"Esta parece ser uma visita de Estado cada vez menor. A ambição sobre o que essa viagem realizará parece estar ficando menor a cada dia", disse Ryan Hass, diretor do John L. Thornton China Center da Brookings Institution.

A Casa ‌Branca, o Departamento do Tesouro, o Escritório do Representante Comercial dos EUA e os ministérios do Comércio e das Relações Exteriores da China não responderam ⁠aos pedidos de comentários sobre as perspectivas da cúpula.

Trump visitará a China de 31 de março a 2 de abril, disse uma autoridade dos EUA à Reuters no mês passado. A China não confirmou a viagem, mas seu principal diplomata disse no domingo que a agenda para o encontro está "na mesa".

"O que é necessário é que ambos os lados façam preparativos minuciosos para criar um ambiente propício para administrar as diferenças existentes", disse o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, em uma coletiva de imprensa à margem de uma reunião anual do Parlamento em Pequim.

Washington só começou a realizar reuniões de planejamento para a viagem recentemente, deixando pouco tempo para uma visita de Estado que Pequim espera que seja altamente coreografada, disseram duas fontes.

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