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Vendas da Roche caem 5% após impacto cambial superar ganhos com medicamento para hemofilia

23 abr 2026 - 09h05
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As ‌vendas do primeiro trimestre da farmacêutica suíça Roche caíram 5%, informou a empresa nesta quinta-feira, citando efeitos cambiais desfavoráveis que compensaram a solidez do desempenho da divisão farmacêutica.

Desde o início da Guerra do Irã, no final de fevereiro, o dólar norte-americano se enfraqueceu em relação ⁠ao franco suíço. A divisa caiu cerca de 1% este ano, depois ‌de perder cerca de 12% no ano passado, o que pesou sobre as vendas da Roche no exterior.

A receita trimestral do ‌grupo, de 14,7 bilhões de francos suíços (US$18,7 ‌bilhões), ficou em linha com as expectativas médias dos ⁠analistas de cerca de 14,7 bilhões de francos, compiladas pela Visible Alpha. A Roche também confirmou suas metas para o ano.

As ações da farmacêutica subiram cerca de 2% no meio da sessão de negociações, superando o desempenho do índice de referência do mercado acionário suíço, ‌que ficou estável.

A taxas de câmbio constantes, as vendas do primeiro ‌trimestre aumentaram 6%, impulsionadas ⁠pelo medicamento para ⁠esclerose múltipla Ocrevus e pelo Hemlibra, um medicamento para hemofilia administrado uma vez ⁠por mês. As vendas desses ‌produtos aumentaram 6% e 13%, ‌respectivamente, em termos ajustados pela moeda, durante o trimestre.

O presidente-executivo da Roche, Thomas Schinecker, disse à mídia que a pílula contra o câncer de mama da farmacêutica, a giredestrant, deve receber ⁠a aprovação da agência reguladora dos Estados Unidos, FDA, até o final do ano.

A Roche também está tentando se tornar a próxima empresa a entrar no mercado de medicamentos para perda de peso, que é liderado pela Eli ‌Lilly e pela Novo Nordisk .

Em março, Schinecker disse à mídia que esperava que a empresa suíça estivesse entre as três maiores no ⁠mercado de medicamentos para perda de peso.

Entretanto, em março, os dados sobre o medicamento para obesidade petrelintide ficaram aquém das expectativas dos investidores. A Roche está desenvolvendo o medicamento com a Zealand Pharma , da Dinamarca.

Schinecker disse na quinta-feira que acredita que o petrelintide ainda pode competir com outros medicamentos à base de amilina em desenvolvimento por rivais devido à sua tolerabilidade. Ele apresentou menos efeitos colaterais gastrointestinais e menos graves nos primeiros testes do que o Wegovy, da Novo Nordisk, e o Zepbound, da Eli Lilly, apesar de os efeitos de perda de peso terem sido menores do que o esperado.

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