Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Veja quem são os alvos de nova operação da PF para apurar irregularidades de aportes no Banco Master

Investigação mira dirigentes do Rioprevidência por operações financeiras; defesas dos citados ainda não se pronunciaram

23 jan 2026 - 09h12
(atualizado às 09h40)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Polícia Federal lançou a operação Barco de Papel para investigar irregularidades em investimentos do Rioprevidência no Banco Master, apontando possível fraude e desvio de recursos envolvendo dirigentes do fundo.
PF faz operação em fundo de previdência do Rio para apurar irregularidades de aportes no Master
PF faz operação em fundo de previdência do Rio para apurar irregularidades de aportes no Master
Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira, 23, a operação Barco de Papel para investigar possíveis irregularidades em investimentos realizados pelo fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro em títulos emitidos pelo Banco Master.

A operação, autorizada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro em primeira instância, prevê o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão na cidade, incluindo a sede do Rioprevidência e endereços ligados a gestores do fundo.

Entre os alvos estão:

  • Deivis Marcon Antunes, que ocupa a presidência do Rioprevidência desde 5 de julho de 2023;
  • Euchério Rodrigues, ex-diretor de investimentos, que deixou o cargo no ano passado;
  • Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-gerente de investimentos, que assumiu a diretoria de forma interina após a saída de Rodrigues e foi exonerado em dezembro. Ele fazia parte do comitê que aprovou investimentos do fundo de pensão dos servidores estaduais aposentados no Banco Master.

As defesas dos citados ainda não se pronunciaram. O espaço permanece aberto para manifestações.

Liquidação do Banco Master foi decretada em novembro.
Liquidação do Banco Master foi decretada em novembro.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

O fundo de previdência dos servidores do Rio de Janeiro aplicou R$ 970 milhões no Banco Master, sem garantia do FGC, o que poderia gerar perdas para os servidores.

A operação investiga se as transações foram feitas de forma irregular, contrariando a finalidade do fundo e expondo servidores a risco elevado. Estão sob apuração crimes como gestão fraudulenta, desvio de recursos, fraude, indução ao erro de órgãos públicos, associação criminosa e corrupção passiva.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade