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Trump assina acordo e põe fim à maior paralisação da história dos EUA

Shutdown do governo norte-americano durou 43 dias e mexeu com mercados globais

13 nov 2025 - 10h00
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Resumo
Após o fim do shutdown, o clima lá fora é de alívio. Foram 43 dias até Donald Trump assinar a lei que pôs fim à paralisação. Com o fim da crise, o mercado aguarda a retomada da divulgação de indicadores econômicos importantes, como o payroll e o índice de preços ao produtor.
Donald Trump durante assinatura para pôr fim ao shutdown
Donald Trump durante assinatura para pôr fim ao shutdown
Foto: Brendan Smialowski / AFP

O Ibovespa interrompeu uma sequência histórica de 15 altas ao registrar leve queda de 0,07%, aos 157.632 pontos, no pregão desta quarta-feira (12). O recuo veio após investidores realizarem lucros e com o tombo das ações da Petrobras, pressionadas pela queda do petróleo no exterior.

As ações da estatal recuaram mais de 2,5%, enquanto a Vale subiu 1,1% e ajudou a limitar as perdas. No setor financeiro, o Banco do Brasil caiu 2,85%, enquanto entre as maiores altas do dia, a Taesa se destacou com ganhos de 5,77%.

No fim do dia, o dólar acumulou uma valorização de 0,38% ante o real, a R$ 5,29, interrompendo uma sequência de cinco quedas. O movimento foi influenciado por ajustes locais e pela possível saída de capital estrangeiro da Bolsa brasileira.

Lá fora, o clima é de alívio nesta quinta-feira (13) — o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o acordo que encerra a maior paralisação do governo americano da história. Foram 43 dias de shutdown. Com o fim da crise, o mercado aguarda a retomada da divulgação de indicadores econômicos importantes, como o payroll e o índice de preços ao produtor.

Acompanhando o otimismo do mercado, as bolsas da Ásia fecharam em alta, enquanto a Europa opera mista, reagindo tanto ao fim do shutdown quanto aos sinais de desaceleração da economia europeia. O petróleo, que despencou na véspera, sobe levemente nesta quinta (13), com o Brent negociado a US$ 63 o barril.

No Brasil, investidores seguem atentos às declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que indicou que os juros devem permanecer altos por mais tempo, reduzindo as apostas de corte da Selic em janeiro.

Na agenda política, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reúne hoje em Washington com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para tentar reduzir o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros.

Entre os destaques corporativos, a Telefônica Brasil comprou a fatia restante da FiBrasil por R$ 858 milhões; o Banco do Brasil reportou lucro de R$ 3,7 bilhões no 3º trimestre, queda de 60%; e a Americanas registrou lucro de R$ 367 milhões, uma redução de 96%. A Moody’s manteve o rating da Raízen em AAA.br, mas cortou a perspectiva para negativa.

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