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Atividade industrial da China expande em março mas pressões sobre os preços se intensificam, mostra PMI privado

1 abr 2026 - 06h51
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O setor industrial da China ‌expandiu em março pelo quarto mês consecutivo uma vez que a produção e o volume de novos pedidos continuaram a crescer, mas as pressões crescentes sobre os preços intensificaram-se acentuadamente, segundo uma pesquisa do setor privado divulgada nesta quarta-feira.

O ⁠Índice de Gerentes de Compras (PMI) de Indústria da RatingDog China, ‌compilado pela S&P Global, caiu para 50,8 em março, de 52,1 em fevereiro, abaixo da previsão de analistas de ‌1,6. A marca de 50 separa ‌crescimento de contração.

Uma pesquisa oficial mostrou na terça-feira ⁠que a atividade industrial cresceu no ritmo mais rápido em um ano em março, sustentada pela melhora na demanda.

Os novos pedidos aumentaram pelo décimo mês consecutivo em março, mostrou a pesquisa da RatingDog. Os novos negócios de exportação também ‌aumentaram, mas o ritmo diminuiu em relação a fevereiro.

A produção ‌aumentou pelo quarto mês ⁠consecutivo. No ⁠primeiro trimestre de 2026 como um todo, o crescimento da produção foi ⁠o mais rápido desde ‌o quarto trimestre de ‌2024.

"Notavelmente, as pressões de custo se intensificaram significativamente", disse Yao Yu, fundador da RatingDog.

As pressões inflacionárias aumentaram acentuadamente em meio à guerra no Oriente Médio. Os custos ⁠de insumos subiram à taxa mais rápida desde março de 2022, enquanto os preços de produtos aumentaram pelo ritmo mais rápido em quatro anos, à medida que os fabricantes repassaram os custos mais ‌elevados.

Um assessor do banco central chinês disse na terça-feira que a inflação importada decorrente do conflito no Oriente Médio ⁠pressionará a economia da China, exigindo que as autoridades façam malabarismos com o aumento da inflação e a desaceleração do crescimento.

A pesquisa da S&P mostrou que os fabricantes permaneceram otimistas em relação à produção ao longo do próximo ano, em meio às expectativas de uma demanda mais forte, investimentos em capacidade produtiva e políticas governamentais de apoio. Porém, a confiança diminuiu em relação ao pico recente de fevereiro, já que as empresas enfrentaram custos mais altos e prazos de entrega mais longos.

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