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Spic contrata consórcio de chinesas para projeto de expansão de hidrelétrica de R$1,4 bi

10 set 2026 - 08h35
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Resumo
A Spic Brasil contratou as chinesas Dongfang e CGGC para a expansão da hidrelétrica de São Simão, obra orçada em R$ 1,4 bilhão. O projeto, viabilizado no leilão de capacidade do governo, adicionará 310 MW de potência à usina, que superará 2 GW de capacidade total quando a nova unidade entrar em operação comercial, prevista para 2030.

A Spic ‌Brasil, subsidiária da State Power Investment Corporation of China, assinou contrato com um consórcio de duas empresas também chinesas para a expansão da usina hidrelétrica de São Simão, um projeto ⁠que demandará R$1,4 bilhão em investimentos, anunciou ‌a geradora de energia nesta quinta-feira.

Vista da barragem hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais. REUTERS/Paulo Whitaker
Vista da barragem hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais. REUTERS/Paulo Whitaker
Foto: Reuters

A Dongfang Electric Corporation e a China Gezhouba Group ‌Corporation (CGGC) foram as vencedoras ‌do processo competitivo realizado pela Spic para ⁠o projeto.

A Dongfang ficará responsável pela engenharia, supervisão técnica e pelo fornecimento do gerador e da turbina modelo Francis, enquanto a CGGC fará os serviços de montagem da nova ‌geradora no canteiro de obras.

A expansão de 310 ‌megawatts (MW) de potência ⁠da ⁠usina São Simão, que fica na divisa entre Minas Gerais ⁠e Goiás, ‌foi contratada no leilão ‌de capacidade realizado pelo governo brasileiro em março deste ano. O certame representou a primeira oportunidade em vários anos para ⁠novos projetos hidrelétricos.

Na ocasião do leilão, a Spic já havia estimado que a ampliação de sua hidrelétrica exigiria aportes de "mais de R$1 bilhão".

Com a adição ‌de mais uma unidade geradora, prevista para iniciar operação comercial em 2030, a usina de ⁠São Simão ultrapassará 2 gigawatts (GW) de potência instalada.

"A otimização de ativos existentes, como a UHE São Simão, é a forma mais eficiente e sustentável de ampliar a capacidade de energia renovável e segura do país", disse Adriana Waltrick, CEO da Spic Brasil, em nota.

O projeto da geradora chinesa conta ainda com outros parceiros estratégicos, como a Seel Engenharia, Tractebel Engineering e Egis Group.

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