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São Martinho lucra R$63 mi no 1º tri da safra 25/26, eleva projeção de investimentos

11 ago 2025 - 19h14
(atualizado às 21h48)
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A São Martinho apurou declínio de 40,9% no lucro líquido do primeiro trimestre da safra 2025/26 na comparação com o mesmo período da safra anterior, totalizando R$62,8 milhões, ao mesmo tempo em que elevou sua projeção de investimentos para a safra 2025/26 e anunciou a segunda fase de seu projeto para ampliar a produção de etanol à base de milho.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da São Martinho somou R$805 milhões nesse mesmo período, avanço de 19,7% na mesma comparação, segundo relatório de resultados divulgado nesta segunda-feira.

Em paralelo, o grupo, um dos maiores na produção de açúcar e etanol do Brasil, anunciou em fato relevante que seu conselho de administração aprovou a expansão da unidade produtora de etanol a partir do processamento de milho (segunda fase) no município de Quirinópolis, em Goiás.

A segunda fase adicionará capacidade para processar 635 mil toneladas de milho por ano e produzir 270 mil metros cúbicos de etanol, de acordo com a companhia.

"O investimento estimado é de R$1,1 bilhão, contemplando instalações industriais, armazém de milho externo com capacidade estática de 240 mil toneladas, além de melhorias na planta existente (adequações na caldeira atual visando maior sinergia energética e geração de vapor)", afirmou a São Martinho.

A empresa prevê desembolsar 40% do valor na safra atual (2025/26), 50% na safra 2026/27 e o restante na safra 2027/28.

"O início da operação está previsto para o segundo semestre de 2027, com aproximadamente 50% da capacidade na Safra 2026/27, atingindo 85% na Safra 2028/29 e 100% a partir da Safra 2029/30."

Com isso, o grupo revisou sua projeção de investimento (capex) total para a safra 2025/26, passando de R$2,3 bilhões para R$3 bilhões, considerando um aumento de R$681 milhões nos aportes voltados para modernização/expansão.

Além da aprovação da segunda fase de etanol de milho, a revisão nos investimentos também considera a aquisição parcial de ativos biológicos da Usina Santa Elisa, anunciada em julho.

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