Romi registra lucro líquido de R$42,7 mi no 3º trimestre
A Romi registrou lucro líquido de R$ 42,7 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta anual de 56,1%, embora o lucro ajustado tenha recuado 74,6%, para R$ 7 milhões. A receita líquida caiu 26,4%, somando R$ 257,1 milhões, e o Ebitda recuou 24%, para R$ 28,8 milhões (queda de 73,2% no valor ajustado, a R$ 10,2 milhões), impactados por ajustes contábeis e imobiliários. Em contrapartida, os pedidos subiram 8,5%, totalizando R$ 421,5 milhões, impulsionados pelo avanço de 41,5% da subsidiária alemã B+W.
A Romi disse na noite de terça-feira que o lucro líquido para o terceiro trimestre de 2026 totalizou R$42,7 milhões, representando um aumento de 56,1% em comparação ao ano anterior, conforme comunicado ao mercado.
Já o lucro líquido ajustado caiu 74,6% em comparação ao ano anterior, para R$7,0 milhões.
A fabricante de máquinas-ferramentas e equipamentos para processamento de plástico disse que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) para o mesmo período foi de R$28,8 milhões, 24% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.
Em termos ajustados o Ebitda do terceiro trimestre recuou 73,2% em comparação ao ano anterior, para R$10,2 milhões.
A receita operacional líquida somou R$257,1 milhões, uma queda de 26,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A companhia informou que o Ebitda e o lucro líquido encontram-se ajustados referentes ao ajuste da AVP (Ajuste a Valor Presente), reconhecimento do impacto do empreendimento Vila Romi Residence, empreendimento Adara e processo previdenciário.
A entrada de pedidos no terceiro trimestre totalizou R$421,5 milhões, um crescimento de 8,5% em relação ao ano anterior, com destaque para a subsidiária alemã B+W cuja carteira avançou 41,5%, quando comparada ao mesmo período de 2025, disse a Romi.
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